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Doença autoimune e problemas de fertilidade

Doença autoimune e problemas de fertilidade

21/03/2012 Da Redação

Uma nova pesquisa mostra que mais da metade das mulheres com artrite reumatóide (AR) e lúpus eritematoso sistêmico (LES) têm menos filhos do que o desejado.

Além da escolha da paciente em relação ao número de filhos, os resultados publicados no Arthritis & Rheumatism, jornal do Colégio Americano de Reumatologia, sugerem que as taxas mais elevadas de infertilidade e de abortos espontâneos também podem afetar o número de crianças nascidas vivas de mulheres com essas condições crônicas.

“As evidências médicas nos mostram que tanto a artrite reumatóide quanto o lúpus eritematoso sistêmico são mais comuns em mulheres. O início de manifestação destas doenças geralmente coincide com o período reprodutivo feminino, o que pode levar a desafios na construção da família”, informa o reumatologista Sérgio Bontempi Lanzotti, diretor do Iredo, Instituto de Reumatologia e Doenças Osteoarticulares.

Para compreender melhor esta relação, os pesquisadores Megan Clowse e Kaleb Michaud, entrevistaram 1.017 mulheres, integrantes do Banco Americano de Dados Nacional de Doenças Reumáticas.  578 mulheres com AR e 114 com LES responderam ao questionário sobre saúde reprodutiva. Com base em suas respostas, elas foram categorizadas em três grupos: as interessadas em ter filhos no início da manifestação da doença, que tiveram menos filhos que o previsto (grupo A); as que tiveram o número planejado de filhos (grupo B); e aquelas que alegavam não mais ter interesse em ter filhos, no momento do diagnóstico da doença (grupo C).

Os achados do estudo revelam que mais de 60% das entrevistadas estavam no grupo C. 55% das mulheres com AR e 64% com LES tiveram menos filhos do que o originalmente planejado. Mulheres com artrite reumatóide que estavam no grupo A apresentavam uma taxa de infertilidade 1,5 vezes maior do que as integrantes do grupo B, mas ambos os grupos apresentavam taxas semelhantes de abortos espontâneos.

As mulheres com LES no grupo A apresentavam um número semelhante de gravidezes às do grupo B, mas uma taxa de abortamento três vezes mais elevada. Globalmente, a taxa de infertilidade entre as participantes com AR foi de 42% dentre o grupo de mulheres que tiveram menos filhos do que o desejado.

Em mulheres com diagnóstico de AR, durante a idade fértil, a taxa de infertilidade foi maior do que entre aquelas diagnosticadas após o período fértil. Entre as participantes com LES nenhum aumento significativo na infertilidade foi percebido. No entanto, entre as mulheres com lúpus, com menos filhos que o desejado, foi encontrada uma maior taxa de abortos espontâneos.



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