Portal O Debate
Grupo WhatsApp


Excesso de exercícios leva a alterações negativas em órgãos vitais

Excesso de exercícios leva a alterações negativas em órgãos vitais

02/07/2019 Da Redação

Presquisa mostra que os prejuízos vão além da queda do rendimento

Excesso de exercícios leva a alterações negativas em órgãos vitais

A prática de exercícios físicos intensos sem o tempo de recuperação adequado provoca alterações negativas em estruturas vitais do organismo, como coração, fígado e sistema nervoso central, revela pesquisa desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.

Antes, já era sabido que esse tipo de treinamento intenso sem intervalos necessários levava à síndrome do overtraining, desencadeando sintomas como depressão, insônia, irritabilidade, queda na imunidade, perda de apetite e de peso. O trabalho mostra que os prejuízos vão além da queda do rendimento.

O professor Adelino Sanchez Ramos da Silva, da Escola de Educação Física e Esporte, disse que a síndrome de overtraioning era explicada, até então, pelo fato de que lesões no tecido musculoesquelético causadas pelo exercício excessivo induziriam à liberação na corrente sanguínea de substâncias pró-inflamatórias (proteínas produzidas por células de defesa e conhecidas como citocinas), que desencadeariam os efeitos sistêmicos.

A pesquisa, coordenada por ele, comprovou essa hipótese, formulada há 20 anos, e mostrou que há outras alterações negativas em órgãos vitais.

“O diferencial dos nossos estudos, que vêm sendo desenvolvidos há 10 anos, é que, além dessas alterações, nós verificamos, em estudos com camundongos, que o desequilíbrio entre o excesso de exercício físico e o período destinado à recuperação está associado a uma inflamação em músculos esqueléticos, sangue, hipotálamo, coração e fígado”, explicou Silva.

Fonte: Agência Brasil



Cinco dicas rápidas para cuidar da saúde mental

A mente e o corpo estão ligados. Além dos exercícios físicos, fazer terapia ajuda a confortar a mente.

Cinco dicas rápidas para cuidar da saúde mental

Obesidade pode ser combatida por meio da adoção de hábitos saudáveis

Em 11 de outubro é celebrado o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade.

Obesidade pode ser combatida por meio da adoção de hábitos saudáveis

Obesidade e a saúde da mulher no climatério

O avanço da idade e a menopausa estão associadas a um aumento da massa gorda e uma redistribuição da gordura para área abdominal.


Obesidade pode ser combatida com hábitos saudáveis

Em 11 de outubro é celebrado o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade.


Tecnologia muda parâmetros da medicina diagnóstica

Apenas 30% das análises ainda necessitam de jejum; há dez anos, este índice era inverso.

Tecnologia muda parâmetros da medicina diagnóstica

Canabidiol: Mitos e Verdades

Em todas as discussões que ocorrem junto à opinião pública sempre nos defrontamos com mitos e verdades e alguns desses temas merecem nossa atenção pela relevância.


Rosa App estimula prevenção ao câncer de mama

aplicativo atua na prevenção, no controle e no apoio ao tratamento do câncer de mama.

Rosa App estimula prevenção ao câncer de mama

Primavera desencadeia conjuntivite alérgica

A primavera é a estação das flores e dos dias mais longos e quentes, tendo a fama de época mais bonita do ano.

Primavera desencadeia conjuntivite alérgica

Vasectomia e Reversão no Planejamento Familiar: o que é preciso saber

A vasectomia é um procedimento cirúrgico simples que promove a esterilidade masculina, visando o planejamento familiar definitivo.


Campanha nacional contra o sarampo tem início no país

A meta do Ministério da Saúde é vacinar 2,6 milhões de crianças.

Campanha nacional contra o sarampo tem início no país

Pesquisa estuda lesão pulmonar causada por cigarro eletrônico

Estados Unidos já registraram 1.080 casos de lesões pulmonares associadas a cigarros eletrônicos, e 18 mortes.

Pesquisa estuda lesão pulmonar causada por cigarro eletrônico

Incêndios na Amazônia afetam crianças e custam R$ 1,5 milhão ao SUS

Estudo mostra também aumento de mortes de crianças com menos de 10 anos hospitalizadas por problemas respiratórios.

Incêndios na Amazônia afetam crianças e custam R$ 1,5 milhão ao SUS