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Infarto agudo do miocárdio: tudo o que você precisa saber

Infarto agudo do miocárdio: tudo o que você precisa saber

20/06/2006 Da Redação

As doenças cardiovasculares são a principal causa de mortes no Brasil. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, estima-se que das 300 mil pessoas que sofrem de doenças cardíacas, 77 mil morrem de infarto agudo do miocárdio. Sabe-se que, 60% das mortes por infarto ocorrem na primeira hora após o início dos sintomas.

Especialistas dizem que boa parte das mortes poderia ser evitada se o paciente fosse socorrido de forma correta e rápida. Após uma parada cardíaca, a sobrevida é diminuída de 7 a 10% por minuto. Contudo, essas estatísticas podem ser diminuídas se houver uma reeducação dos hábitos dos pacientes de risco e da população em geral.

Só assim, os sintomas poderão ser detectados por quem estiver próximo da vítima, e as devidas providências serão tomadas. Há duas formas de prevenção a paradas cardíacas: a primária e a secundária. Controlar o diabetes, a hipertensão, o colesterol, a obesidade, o estresse e evitar o fumo são medidas primárias.

As secundárias são aquelas medidas tomadas após ocorrer o infarto. Elas têm como objetivo evitar que o problema piore ou que a pessoa morra. Entre elas estão a massagem cardíaca, que garante que o sangue continue a ser bombeado pelo corpo; o uso de desfibriladores, que faz com que o sangue volte a circular normalmente e a aplicação de medicamentos trombolíticos, que dissolvem o coágulo que impede a circulação normal do sangue.

No Brasil, estima-se que apenas 49% dos infartados chegam com vida ao hospital. Pacientes que dão entrada ao hospital e já receberam o tratamento com um trombolítico têm mais chances de sobrevida. Isso se deve à redução do intervalo do tempo entre o início dos sintomas e o tratamento que, classicamente, é feito apenas após internação hospitalar, que cai de três horas ou mais para duas horas e vinte minutos.



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