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Mulheres são mais suscetíveis aos efeitos do álcool

Mulheres são mais suscetíveis aos efeitos do álcool

04/08/2011 Divulgação

O consumo de bebida alcoólica entre as mulheres vem crescendo a cada dia. Recente pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde mostra que enquanto, em 2006, 8,2% das entrevistadas admitiram exagerar na bebida, em 2010, 10,6% afirmaram ter tal hábito.

O problema incomoda, não apenas pelo fato do crescimento do consumo, mas também porque nas mulheres os efeitos do álcool podem ser mais noviços do que nos homens. O álcool se mistura facilmente com a água do corpo, e como as mulheres possuem proporcionalmente menos água do que os homens, a concentração e os efeitos da bebida, bem como os riscos à saúde, acabam sendo maiores. “Estudos científicos apontam que, nas mulheres, o uso de álcool está associado ao desenvolvimento de câncer de mama, principalmente quando combinado ao uso de reposição hormonal na pós-menopausa, por exemplo.

Sob o efeito de bebida, as mulheres ainda podem ficar suscetíveis a abusos sexuais e fazer sexo desprotegido, além de efeitos negativos sobre o casamento e no desenvolvimento dos filhos”, explica a psiquiatra e coordenadora do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), Camila Magalhães Silveira.

Os motivos que levam homens e mulheres a beberem também são diferentes. De acordo com a coordenadora do CISA, um estudo realizado com universitários (entre 18 e 25 anos, idade em que se inicia o uso de álcool), sugeriu que, nas mulheres, os indicadores de problemas relacionados ao consumo de bebida alcoólica estão mais fortemente ligados à esfera afetiva (bebem para lidar com situações estressantes ou para aliviar sintomas depressivos), enquanto o uso de álcool entre os homens estaria mais associado a motivações sociais (beber em festas ou na companhia de amigos, para ser aceito por amigos ou pelo grupo). Para ambos os gêneros, também se verificou que bebem motivados pelos efeitos “eufóricos” do álcool.



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