Portal O Debate
Grupo WhatsApp


Novo tratamento traz alívio aos sintomas do envelhecimento masculino

Novo tratamento traz alívio aos sintomas do envelhecimento masculino

08/05/2006 Divulgação

A Schering do Brasil traz ao País seu novo tratamento para os sintomas do DAEM (Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino). Trata-se de NEBIDO®, a primeira e única terapia de testosterona injetável de aplicação trimestral, cujo princípio ativo é o undecanoato de testosterona. Além de oferecer comodidade de poder ser aplicado somente a cada três meses (aplicação trimestral), com apenas quatro doses por ano, o tratamento proporciona níveis estáveis no sangue de testosterona, o principal hormônio sexual do homem.

O undecanoato de testosterona, 1000 mg/ampola é recomendado para pacientes que apresentam o quadro clínico de DAEM, conhecido também como andropausa ou hipogonadismo masculino tardio. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), 10 a 20% dos homens com mais de 50 anos apresentam queda na produção de testosterona, sendo que a diminuição média do hormônio, a partir dos 30 anos, é de 1% ao ano. Estima-se que aproximadamente um em cada oito homens na faixa etária dos 50 anos e um terço daqueles com mais de 60 anos apresentem níveis baixos de testosterona no sangue, compatíveis com o que se chama de hipogonadismo masculino. Ainda não há dados oficiais da incidência da doença no Brasil, mas nos Estados Unidos essa condição atinge 2 a 4 milhões de homens e a prevalência tende a aumentar com o envelhecimento da população. 

Os principais sintomas são não só as queixas sexuais, como dificuldade de ereção, diminuição do desejo sexual, mas também depressão, irritabilidade, cansaço, desânimo, distúrbios do sono e até comprometimento da memória e raciocínio. Outros problemas relacionados são a redução da massa muscular, aumento da percentagem de gordura corporal, diminuição da força física e maior risco de osteoporose e fraturas. 

De acordo com o Prof. Dr. Sidney Glina, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e co-autor do último Consenso da entidade para o DAEM, o diagnóstico é feito pela avaliação clínica do paciente e exames laboratoriais. "O paciente precisa ter sintomas do hipogonadismo e apresentar níveis baixos do hormônio para que a reposição hormonal seja indicada", explica Glina. 

A Profª Drª Elaine Maria Frade Costa, médica assistente da unidade de Endocrinologia do Desenvolvimento do Hospital das Clínicas da FMUSP e co-autora das Diretrizes de Diagnóstico e Tratamento de Hipogonadismo Masculino Tardio adotadas pela Associação Médica Brasileira, realizadas pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), explica que o diagnóstico laboratorial é realizado pela dosagem de testosterona no organismo, além das dosagens de LH e FSH (hormônios da hipófise que controlam a função testicular). "Quando os sintomas fazem parte do diagnóstico clínico e laboratorial, o tratamento consiste na reposição da testosterona", informa. 

Segundo o último Consenso da SBU (publicado em fevereiro/2006) a reposição hormonal masculina está indicada nos casos em que o diagnóstico for confirmado pelo exame laboratorial e os sintomas justifiquem a necessidade de terapia. "O desafio é diagnosticar corretamente para tratar da maneira certa", destaca Glina. O especialista diz ainda que os benefícios são comprovados. "Os efeitos benéficos na manutenção da memória, no aumento da libido e da massa muscular, por exemplo, são evidentes", conclui. 

Na opinião do Prof. Dr. Ernani Luis Rhoden, professor livre-docente em Urologia da Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre e pós-graduado em Harvard (EUA), é importante considerar o constante envelhecimento da população e o aumento da expectativa de vida do homem - hoje a idade média no Brasil é de 70 anos, para 2010 estima-se que 9 milhões de homens tenham mais de 60 anos, representando 9% da população, um percentual que cresce para 20% em 2020. "Não queremos apenas aumentar a idade dos homens, mas que eles vivam também com mais e melhor qualidade de vida", destaca Rhoden. 

O tratamento oferece a vantagem de manter os níveis estáveis de testosterona sem picos excessivos com somente 4 aplicações por ano, em comparação com até 20 doses necessárias com as terapias anteriores. Além de eficácia e segurança, o produto pode proporciona bem-estar ao homem hipogonádico e contribui com a melhora dos sintomas da andropausa, principalmente com melhora do desejo (libido) e das funções sexuais. "Devido à sua ação prolongada e à manutenção dos níveis hormonais em níveis normais, o tratamento é um avanço no que se refere ao conforto e a comodidade do paciente", diz Rhoden.



Autismo, respeito e compreensão

No dia 02 de abril é comemorado o Dia Mundial da Conscientização do Autismo.


A importância da vacina da gripe para os diabéticos

O assunto que é destaque há semanas é o coronavírus, porém não podemos deixar de falar da importância da vacina da gripe para os idosos.

A importância da vacina da gripe para os diabéticos

Meditação: como as crianças e adolescentes podem praticar

Incluir a atividade na rotina com a família pode contribuir durante o período de isolamento social.

Meditação: como as crianças e adolescentes podem praticar

Gordura abdominal prejudica coluna e joelhos

Mesmo em casa, é possível fazer quatro exercícios simples e seguir algumas dicas de alimentação para acabar com o excesso de peso ao redor da cintura.

Gordura abdominal prejudica coluna e joelhos

O canabidiol no tratamento da endometriose

O março amarelo é o mês dedicado à conscientização sobre a endometriose.


Quarentena e sanidade mental: é possível?

A pandemia do coronavírus impôs abruptamente a todas as pessoas a realidade da quarentena: privação da liberdade, limites, mudança de hábitos e rotinas, dificuldades financeiras e organizacionais.


Coronavírus e câncer: cuidado redobrado com o paciente oncológico

Pacientes com câncer podem apresentar imunidade mais baixa, ficando mais vulneráveis.

Coronavírus e câncer: cuidado redobrado com o paciente oncológico

Problemas psicológicos x COVID-19

Com a chegada do COVID-19 no Brasil, podemos notar que o comportamento das pessoas mudou.


Coronavírus e isolamento social

O mundo está sendo convulsionado pelo avanço da pandemia da Covid-19, que afeta e transtorna a vida da humanidade, em todos os sentidos e dimensões, de forma que ainda não conseguimos identificar com clareza as consequências.


Saúde emocional durante o isolamento social: o que fazer?

Vivemos tempos difíceis e incertos frente à pandemia de coronavírus, que exige de nós muitas mudanças.


O micro-organismo que afeta o comportamento e a saúde emocional

Seja no jornal, nos noticiários da TV ou nos sites de notícias, o tema é monotemático: coronavírus (Covid-19).


Telemedicina: liberação necessária na luta contra o coronavírus

A Telemedicina será utilizada “em caráter de excepcionalidade e enquanto durar a batalha de combate ao contágio da Covid-19”.