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Pré-natal ajuda a reduzir índices de mortalidade materna

Pré-natal ajuda a reduzir índices de mortalidade materna

24/05/2006 Divulgação

Às vésperas do Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna (28 de maio), ginecologistas chamam a atenção para a importância do pré-natal bem feito. Atualmente, 90% das mortes de gestantes poderiam ser evitadas se houvesse acompanhamento médico durante toda a gestação.

Apesar de todo o avanço da medicina, mulheres ainda morrem em decorrência de complicações na gravidez e no parto. Os índices de mortalidade materna, entretanto, poderiam ser bem menores caso houvesse maior conscientização das gestantes, que precisam ser acompanhadas por um médico durante toda a gestação. A simples verificação da pressão arterial pode evitar a morte de uma mulher grávida, como explica a médica Madalena Martins, da equipe de ginecologistas e obstetras do Hospital Lifecenter.

Hoje, a pressão alta na gestação, que pode ser diagnosticada e tratada quando há acompanhamento médico, é responsável por boa parte do índice de mortalidade materna no Brasil, enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda algo em torno de 10 mortes para cada 100 mil partos, no Brasil, o número gira em torno de 50.

Além das síndromes hipertensivas, a pré-eclampsia, cujos sintomas são inchaços, eliminação de proteína pela urina e crises hipertensivas, também é um mal freqüente durante a gravidez. Caso a pré-eclampsia não seja tratada, a gestante corre o risco de evoluir para um quadro de eclampsia, onde há a complicação das convulsões. Infecções e hemorragias também aparecem como causas freqüentes de morte materna. 

A morte é definida como materna quando atinge mulheres durante todo o período da gravidez ou até 42 dias depois do nascimento da criança. De acordo com Madalena Martins, apesar de a tecnologia ajudar nas situações de risco, é fundamental que o governo faça sua parte, ajudando na conscientização das mulheres e oferecendo acompanhamento médico à população de baixa renda.

Segundo a ginecologista, os períodos mais perigosos para a mãe são os dois primeiros e os dois últimos meses de gravidez. No início, as principais ameaças são o aborto, que pode gerar infecção, e a gravidez ectópica, ou seja, nas trompas. As síndromes hipertensivas e as infecções são as maiores ameaças no final da gravidez. 

Fonte: Dra. Madalena Martins, da equipe de ginecologistas e obstetras do Hospital Lifecenter.



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