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Tecnologia muda parâmetros da medicina diagnóstica

Tecnologia muda parâmetros da medicina diagnóstica

10/10/2019 Da Redação

Apenas 30% das análises ainda necessitam de jejum; há dez anos, este índice era inverso.

Tecnologia muda parâmetros da medicina diagnóstica

Em torno de 70% das decisões médicas se baseiam nos resultados dos laudos laboratoriais. O dado, da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/ Medicina Laboratorial (SBPC/ML), mostra o tamanho da responsabilidade na execução das avaliações por parte dos serviços de medicina diagnóstica. O impacto das estatísticas não para por aí: aproximadamente 80% dos equívocos laboratoriais ocorrem na etapa da coleta, conforme informação do Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos da SBPC/ML.

De acordo com Dr. Gabriel Franceschi, gestor médico do Laboratório Franceschi e presidente Regional do Interior de São Paulo da SBPC/ML, a fase da coleta abrange desde a solicitação médica até a chegada do material no setor técnico. "As falhas nesta etapa podem ocorrer desde o pedido médico – que pode ser interpretado erroneamente por causa da grafia ou de sinonímias desconhecidas –, até a coleta em frascos inadequados, temperatura de armazenamento e tempo de transporte da amostra", enfatiza.

Para garantir qualidade e inibir diagnósticos equívocos, os laboratórios seguem instruções para realizar os mais de 5 mil exames oferecidos atualmente no mercado. "A complexidade do assunto gera muitas dúvidas na população e até mesmo, em alguns casos, entre os próprios médicos. Cabe ao laboratório desenvolver métodos para tentar eliminar possíveis questionamentos. No Franceschi, contamos com uma assessoria médica especializada que auxilia os médicos a eliminar essas dúvidas", pondera.

Franceschi ressalta que as instruções para elaboração dos exames são atualizadas periodicamente por conta da veloz evolução do setor na criação e aperfeiçoamento das análises.

Não precisa mais de jejum
Franceschi explica que, com a evolução tecnológica, foram desenvolvidas novas maneiras de dosar exames, principalmente os mais pedidos. Assim, cerca de 70% deles não necessitam mais de jejum. Há dez anos, este índice era inverso, segundo o especialista. "Novos valores de referência foram coletados em testes feitos em um grande número de pessoas, entre 700 a 2.000 pacientes, e estes pesquisados não estavam em jejum. Assim, foram criados outros parâmetros de medição".

Ele continua: "a obrigatoriedade do jejum existia porque os valores de referência para os testes foram validados com pessoas nesta condição. Para maior conforto dos pacientes, novos estudos foram conduzidos a fim de eliminar essa necessidade na realização dos exames laboratoriais", esclarece.

O caso mais emblemático dessa mudança ocorre nas dosagens de colesterol (gorduras no sangue). Antes, eram necessárias 12 horas sem ingestão de alimentos para realizar o perfil lipídico do paciente. Hoje, pode ser feito a qualquer hora do dia, permitindo que o paciente recorra ao laboratório no período da tarde, por exemplo, quando o atendimento é bem menos disputado nos laboratórios.

Franceschi lembra ainda do exame Hemoglobina Glicada (HbA1C), que não sofre interferência do jejum para diagnóstico da diabetes. "Aos poucos este método vem substituindo a coleta da glicemia em jejum, que precisa de oito horas de privação da alimentação para ser realizada", adianta.



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