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Terapia do Esquema trata dificuldades psicológicas

Terapia do Esquema trata dificuldades psicológicas

12/12/2016 Da Redação

Abordagem é uma forma mais avançada das Terapias Cognitivas-Comportamentais.

Quem não conhece um amigo ou familiar que, mesmo precisando, reluta em mudar um comportamento que lhe prejudica e lhe traz infelicidade? Quando aconselhado a procurar ajuda, não quer fazer terapia por considerar que é um processo muito demorado e que nem sempre traz os resultados desejados ou tem a crença que nada pode mudar o "jeito de ser" da pessoa. Nessas situações, a Terapia do Esquema (TE) é uma alternativa cada vez mais utilizada.

O diretor da Wainer Psicologia, Ricardo Wainer, doutor em psicologia e especialista em Terapia do Esquema, sendo o único no Brasil credenciado pela ISST (International Society of Schema Therapy), afirma que embora a TE seja direcionada principalmente para o tratamento de transtornos de personalidade e de dificuldades psicológicas crônicas, suas aplicações têm alcançado nos últimos anos maior espectro, com foco na melhora da qualidade de vida dos indivíduos.

O psicólogo ressalta que a TE se mostra relevante para melhorar as relações interpessoais. A técnica leva o sujeito a perceber as vantagens em substituir modos de lidar com as pessoas e com os conflitos antigos e causadores de sofrimento por outros mais adaptativos e geradores de harmonia. Desta forma, permite melhor qualidade de vida e um maior sentimento de felicidade. Isso pode ser aplicado nos âmbitos pessoal, profissional e familiar.

Um dos grandes diferenciais da Terapia do Esquema é obter resultados de mudanças profundas no modo de enfrentamento e de aceitação das dificuldades ao vencer resistências muito grandes. Além disso, essas conquistas terapêuticas têm manutenção ao longo do tempo. Ou seja, a pessoa tende a se manter num estado emocional melhor e com maior felicidade por mais tempo, na medida em que aceita suas necessidades emocionais, busca satisfazê-las de modo mais equilibrado e deixa de ser tão crítico consigo mesmo. “Vemos que os pacientes adotam uma postura de maior compaixão consigo, o que resulta em maior qualidade de vida”, acrescenta.

Entenda a Terapia do Esquema

As ideias centrais da TE estão relacionadas aos conceitos de Esquemas Iniciais Desadaptativos (EIDs) e de Necessidades Emocionais Básicas. Segundo a TE, todo ser humano passa por etapas em que certas necessidades emocionais devem ser preenchidas para a construção de uma identidade saudável e capaz de lidar com as adversidades da vida. Entretanto, é praticamente nula a chance de todas estas necessidades serem plenamente satisfeitas. Aí surgem os EIDs, que são crenças centrais sobre temas importantes.

As dificuldades surgem quando, já adulto, a pessoa continua utilizando-se destes mesmos esquemas e de suas estratégias de enfrentamento em contextos adversos ou não tão saudáveis. É nesse cenário que a TE tem papel importante. “O desafio da TE é fazer a pessoa perceber e validar suas necessidades emocionais não atendidas e buscar o preenchimento destas por meio de novos mecanismos interpessoais mais eficientes e saudáveis”, diz o psicólogo.

Algumas diferenças


- A TE não é focada na resolução de problemas, como o são as demais Terapias Cognitivo-Comportamentais (TCCs), mas sim na mudança de padrões (esquemas);

- A TE é uma forma avançada de TCC para casos mais refratários e crônicos e/ou onde o paciente demonstra grande resistência aos processos psicoterápicos ou, mesmo, a buscar qualquer ajuda especializada;

- A TE busca a mudança das formas de enfrentamento do sujeito para com suas relações com as pessoas e com os desafios da vida diária;

- A TE leva o paciente a identificar suas crenças mais básicas sobre si, o mundo e as pessoas e como estas crenças surgiram de necessidades emocionais que não foram atendidas durante a infância e adolescência;

- A partir daí, o paciente aceita estas necessidades e aprende a estabelecer relações para conseguir suprir tais necessidades sem mecanismos problemáticos de enfrentamento;



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