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Transpiração excessiva tem tratamento

Transpiração excessiva tem tratamento

29/04/2019 Divulgação

A sudorese excessiva pode acometer com maior frequência as áreas das axilas, pés, mãos e rosto

Transpiração excessiva tem tratamento

Em torno de 3% da população mundial sofre com o suor excessivo ou hiperidrose, segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). A instituição também revela que entre as pessoas que possuem a doença, 40% convivem com o problema sem buscar por nenhum tipo de tratamento.

Produzido pelas glândulas sudoríparas da pele, o suor tem a função de manter a temperatura do corpo, que deve ficar em torno de 36 graus Celsius. A quantidade de transpiração produzida e liberada por um ser humano pode variar de acordo com a idade, sexo e habitat.

Sendo um componente importante para a saúde do nosso corpo, o suor é uma manifestação comum do organismo para se manter em equilíbrio. De acordo com a dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Teresa Noviello, a sudorese excessiva pode acometer com maior frequência as áreas das axilas, pés, mãos e rosto, mas pode se fazer presente em qualquer outra parte do corpo.

“Na maioria das situações, as pessoas com esta condição sempre estão com as mãos e pés molhados e gelados, e ainda podem sofrer com o aparecimento de manchas e mal cheiro nas roupas, algo que destrói a autoconfiança e a autoestima. Além de causar um grande incomodo estético, a condição também pode atrapalhar as relações sociais e profissionais”, explica.

A hiperidrose pode surgir em consequência de quadros de hipertireoidismo, obesidade, menopausa, distúrbios psiquiátricos, ansiedade e nervosismo ou mesmo pela existência de um histórico familiar com o problema. Teresa Noviello aponta que antes de optar pela realização de qualquer tratamento, o paciente deve procurar por um médico, pois, somente ele poderá identificar e recomendar os cuidados e procedimentos adequados para o controle de cada caso.

“Em episódios menos intensos da hiperidrose e que se concentram nas axilas, o uso de desodorantes, antitranspirantes e antiperspirantes pode ser uma boa opção”, aconselha. Já para situações mais graves e que atingem outras partes do corpo existem outras alternativas de tratamentos como os cirúrgicos e não-cirúrgicos, o uso de medicamentos por via oral e simpatectomia. “Um método muito usado por nós dermatologistas é a aplicação de Botox, de tempos em tempos, nos locais afetados. É um tratamento temporário, mas que perdura por um bom tempo”, indica.

Naves Coelho Comunicação



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