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Transplante para esclerose múltipla

Transplante para esclerose múltipla

27/12/2006 Divulgação

As mais recentes pesquisas sobre transplante de medula óssea apontam a possibilidade do tratamento para um número cada vez maior de doenças, entre elas a esclerose múltipla.

Os resultados apresentados durante o X Congresso da SBTMO, em Curitiba, sugerem que pacientes portadores da doença terão a chance de conseguir 70% de melhora e com índice de mortalidade zero até o momento. O trabalho, pioneiro no Brasil e no mundo, é coordenado pelo Dr. Júlio Voltarelli da USP e conta com a colaboração do Núcleo de Hematologia e Transplante de Medula Óssea, com o Hosapital Socor, o Instituto Albert Einstein de Ensino e Pesquisa e com outras parcerias.

A esclerose múltipla é caracterizada por surtos neurológicos progressivos e atinge principalmente as mulheres na faixa etária de 27 e 53 anos. Segundo a hematologista do Núcleo, Cláudia Solmucci, as medicações atuais, em alguns casos, não são suficientes para evitar a progressão da doença. "O transplante autólogo representa uma esperança para os pacientes, pois, mesmo que não leve à cura, pode retardar a evolução do quadro", avalia.

Segundo a hematologista o transplante deve ser realizado dentro das normas do protocolo brasileiro, ou seja, ele não é indicado para pacientes com o quadro bem avançado. "Um dos grandes problemas de qualquer tipo de transplante está relacionado ao momento em que o paciente é encaminhado. Se a indicação for precoce a vida do paciente é colocada em risco, pois outros tratamentos podem ser suficientes. Em contrapartida, se a doença já apresentar alta gravidade, o transplante não resolve mais. Assim, é preciso encaminhá-lo na hora correta, afirma".


Fonte: Informativo Núcleo de Hematologia e Terapia Celular



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