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Tratamento do câncer infantil

Tratamento do câncer infantil

04/11/2005 Divulgação

A falta de conhecimento sobre os sintomas do câncer na infância é um dos principais motivos do diagnóstico tardio, o que prejudica significativamente os resultados do tratamento oncológico.

Para amenizar este problema, a oncologista pediátrica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Mônica Cypriano, está desenvolvendo um curso de sensibilização e treinamento voltado ao diagnóstico precoce do câncer na infância.
O Curso é direcionado a profissionais e estudantes da área de saúde, como parte do Programa de Educação Continuada do Instituto de Oncologia Pediátrica (IOP) da Unifesp, constituído com o suporte do Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAAC).

Segundo Mônica, os pediatras tendem a não pensar em câncer na hora do diagnóstico. "Há sempre uma lista enorme de possíveis doenças e que são mais freqüentes que o câncer, o que pode retardar sua detecção e prejudicar o início do tratamento".

O fato de o atendimento nem sempre ser feito pelo mesmo profissional durante as consultas também dificulta muito o diagnóstico. Para Mônica, o acompanhamento é muito importante. "Os pais costumam ir a um médico e, se ele não apresenta um diagnóstico preciso logo no início, eles trocam de profissional. E isso só faz retardar a possibilidade do médico diagnosticar o câncer".

A pediatra recomenda também que os pais fiquem atentos a alguns sinais que a criança possa emitir, como queixas freqüentes de dores de cabeça, vômitos, alterações de comportamento, dores ósseas ou articulares, febre prolongada, aumento progressivo de ínguas ou do abdome, entre outros. Apesar de a presença desses sintomas ser comum em várias doenças de menor gravidade, como as viroses e parasitoses, a ida ao médico é fundamental e pode esclarecer o problema.

Fonte: Mônica Cypriano, oncologista pediátrica da Universidade Federal de São Paulo. 



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