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Tratamento precoce é a chave para controle da esclerose múltipla

Tratamento precoce é a chave para controle da esclerose múltipla

12/06/2014 Da Redação

Em palestra recente em São Paulo, especialista americana comenta as novidades da terapia da esclerose múltipla e o atual pensamento dos neurologistas.

A esclerose múltipla, doença debilitante que atinge cerca de 30 mil brasileiros, está novamente em discussão após a divulgação de resultados de novas drogas para o combate à doença que causa a incapacidade de adultos jovens.

Apesar de chegarem aos poucos, as terapias disponíveis estão fazendo a diferença no tratamento e na recuperação dos pacientes. Além disso, é crescente entre os neurologistas o protocolo segundo o qual o tratamento deve ser pautado por ações que monitorem a evolução da doença e, dessa forma, sejam evitados mais danos ao sistema nervoso central.

Em palestra em São Paulo, a professora de neurologia da Universidade de Stony Brook, Patricia Coyle, especialista em esclerose múltipla, falou sobre a importância do diagnóstico e do tratamento precoce, que aumentam a qualidade de vida do paciente, além de evitar a progressão da doença para a forma mais agressiva. “Hoje, iniciar a medicação o mais cedo possível, acompanhar constantemente e realizar exames para monitorar a evolução da doença são passos que fazem parte do cotidiano de grande parte dos especialistas. Essa prática já é um consenso entre os médicos”, ressalta Patricia.

A especialista destaca as opções disponíveis no mercado mundial, às quais os pacientes brasileiros terão acesso em breve, após sua aprovação pela Anvisa, ocorrida em março. É o caso da teriflunomida, medicação via oral indicada para os casos leves a moderados da doença. “Um de seus grandes diferenciais é a facilidade de adesão ao tratamento e a boa resposta do paciente, já que algumas terapias têm efeitos colaterais severos, além de serem injetáveis”, observa a professora.

O alemtuzumabe, por sua vez, é a mais nova promessa do tratamento da esclerose múltipla. A administração é intravenosa, mas feita em dois ciclos de cinco dias, no primeiro ano, e mais três dias no ano seguinte. Após esse tratamento anual, sob a orientação médica, cerca de 80% dos pacientes não precisam repetir mais a medicação, tendo a possibilidade de ter uma vida mais próxima da normalidade.



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