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Tromboembolismo em cirurgias plásticas: dá para prevenir?

Tromboembolismo em cirurgias plásticas: dá para prevenir?

15/12/2010 Divulgação

Os brasileiros não têm informações suficientes sobre a trombose, um distúrbio de coagulação do sangue que provoca a formação de coágulos nas veias e artérias. Também desconhecem a principal complicação da doença: a embolia pulmonar.

As informações são de uma pesquisa do Ibope, realizada entre 27 de julho e 3 de agosto, entrevistando 1.008 pessoas de cidades de todas as regiões do país. A pesquisa revelou que apesar de o conhecimento do termo trombose aumentar de acordo com o grau de risco, 57% não conhecem os sintomas da doença e as suas consequências e, entre aqueles que já ouviram falar da trombose, 43% não sabem apontar medidas preventivas.

“Há vários fatores de risco que predispõem uma pessoa à doença, como idade acima de 40 anos, obesidade, imobilidade, tabagismo, presença de varizes nas pernas, dentre outros. E se ela faz uma cirurgia, os riscos aumentam”, explica o cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada. Os resultados da pesquisa revelam que é preciso aumentar a conscientização da população sobre a doença e suas conseqüências. Com o aumento do nível de informação da população seria possível cobrar ações preventivas por parte dos hospitais, investir em programas de educação médica continuada para identificar pacientes sob risco no ambiente hospitalar e implementar a prevenção adequada.



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