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A nuvem passageira de um mundo híbrido

A nuvem passageira de um mundo híbrido

24/07/2019 Ricardo Becker

Será que vai chover no final de semana? É só dar uma olhada na nuvem!

Mas não precisa ir à janela para ver o céu. É na nuvem computacional, cuja capacidade é tamanha a ponto de permitir, dentre milhões de outras coisas, previsões meteorológicas cada vez mais assertivas e de locais mais distantes.

A maioria das pessoas que utiliza computadores e smartphones tem uma visão pessoal das finalidades para as quais desejam se utilizar da nuvem.

Utilidades tais como armazenar fotos e arquivos, usar softwares, assistir a filmes e séries, utilizar bancos digitais e muitas outras novas integrações que surgem todos os dias para contribuir com a nossa rotina.

Empresas e instituições também se beneficiam muito do armazenamento em nuvem. Basta comparar a nuvem pública com um hotel, por exemplo.

Paga-se pela utilização do serviço sem ter qualquer preocupação com manutenção da infraestrutura, pessoal, fornecedores e todo o resto.

Uma realidade cada dia mais latente no nicho corporativo nacional, já que, segundo o estudo “Desempenho Global sobre Computação em Nuvem”, feito pela BSA The Software Alliance mostra um salto do Brasil entre os 24 países que lideram o mercado de Tecnologia da Informação no planeta.

O país, que estava na 22ª colocação em 2016, terminou 2018 em 18º lugar. Não é para menos. Pesquisa da Frost&Sullivan, empresa internacional de consultoria e inteligência de mercado, aponta que 41% das empresas brasileiras já investem em algum modelo de cloud computing e outras 42% devem investir até o final de 2019.

No cenário corporativo, a primeira fase da computação em nuvem trouxe a possibilidade de utilizarmos capacidade computacional de outro local, pagando pelo consumo.

Isso mudou positivamente a dinâmica para todos, sejam clientes ou fornecedores diretos e indiretos. Mas nem tudo são flores.

Uma das belezas do mundo corporativo é que cada empresa tem sua própria impressão digital, suas peculiaridades e, justamente por isso, a adoção da nuvem pública nem sempre é fácil, adequada ou sequer possível.

Pensou-se, então, em infraestruturas híbridas, onde era possível mover o que era adequado para nuvens públicas e, ainda assim, manter outra parte dentro das empresas.

Esse cenário mostrou-se interessante, pois ao mesmo tempo que impulsionava a adoção da nuvem pública, permitia ao negócio determinar com liberdade e conforto o que não deveria sair de “dentro de casa”.

Agora, estamos avançando para outra fase. A nova geração da computação híbrida fornece serviços de infraestrutura que entregam planejamento e capacidade computacional sob demanda, combinando a agilidade e gestão de infraestrutura da nuvem pública com a segurança e o desempenho da infraestrutura local. Ou seja, dentro das empresas.

Na prática, os fornecedores irão avaliar e traçar uma previsão de carga computacional e, ao inserir na companhia os equipamentos necessários, monitorá-la e gerenciá-la. E terão disponível, inclusive, capacidade expansível para consumo por crescimento, cobrada como excedente.

Esse modelo endereça vários pontos da clássica discussão sobre “investimento em infraestrutura local versus utilização”, além de trazer conforto para empresas que não querem ver todas as suas informações armazenadas fora de suas estruturas.

O fato inegável é que a computação, hoje, caminha cada vez mais orientada aos ambientes híbridos, em diversos sabores, combinações e proporções.

Na era do Big Data, as tecnologias emergentes que estão entrando no mercado (como computação executada em memória - Memory Driven Computing -, computação quântica, processadores neuromórficos e redes hiper-rápidas) contribuem para ampliar cada vez mais o leque de opções em um futuro cada vez mais híbrido em todos os aspectos de nossa vida, corpo e dia a dia.

* Ricardo Becker é empresário da área de tecnologia, formado pela Universidade Federal de Mato Grosso em Ciências da Computação, especialista em Continuidade de Negócios e Recuperação de Desastres e CEO do Grupo Becker.

Fonte: Tiago Freitas



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