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A importância de comer bem para emagrecer

A importância de comer bem para emagrecer

23/03/2013 Roberta Stella

O excesso de peso (sobrepeso e obesidade) deixou de ser exceção na vida do brasileiro.

A análise do comportamento do peso da população adulta brasileira através de quatro inquéritos populacionais (ENDEF 1974-1975, PNSN 1989, POF 2002-2003 E POF 2008-2009), realizados pelo IBGE, observou o aumento da prevalência do sobrepeso, bem como da obesidade tanto na população masculina como, também, da feminina. No intervalo de 34 anos, o excesso de peso aumentou três vezes entre os homens e, entre as mulheres, a prevalência dobrou.

Os impactos que uma população com maior quantidade de gordura no corpo traz vão desde econômicos, sociais e, evidentemente, o impacto na saúde. Ser obeso significa aumentar o risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) como, por exemplo, diabetes, hipertensão, taxas de colesterol e triglicérides sanguíneos aumentados. De frente a esse cenário alarmante, quem possui algum grau de excesso de peso pode se render ao emagrecimento rápido, altamente restrito e que, também, traz prejuízos à saúde.

As necessidades de nutrientes que o corpo precisa receber dos alimentos não se alteram no processo de emagrecimento. Porcentagem de participação de carboidratos, proteínas e gorduras, bem como quantidades de vitaminas e sais minerais devem ser oferecidas igualmente se o objetivo é manter ou eliminar peso. Assim, se o emagrecimento se dá pela restrição de energia, o mesmo não vale para os micronutrientes (vitaminas e minerais).

Ao optar por uma alimentação altamente restritiva energeticamente (calorias) e se os alimentos são fontes de nutrientes, corre-se o grande risco de não conseguir atingir as quantidades recomendadas de vitaminas e minerais, além de ter um desequilíbrio dos macronutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras totais).

Uma dieta para emagrecer baseada somente na restrição excessiva de calorias impactará na saúde, podendo levar a deficiências de ferro (provocando anemia), de vitamina D (que impacta na absorção de cálcio) e, também, na própria deficiência de cálcio, nutriente essencial para a saúde dos ossos e na prevenção da osteoporose, principalmente, entre as mulheres; além de desânimo, apatia e perda de rendimento que a grande restrição de calorias provoca.

Uma alimentação não é baseada somente na quantidade de calorias, mas também, na de vitaminas e minerais que são nutrientes essenciais para o bom funcionamento do corpo. Pessoas que têm como objetivo emagrecer devem estar cientes de que o emagrecimento rápido leva ao ganho novamente de peso e, ao mesmo tempo, a uma alimentação deficiente em nutrientes que impacta diretamente na saúde.

Por isso, ao desejarem emagrecer, é fundamental buscar métodos seguros e baseados em recomendações feitas por órgãos de saúde, tendo o endossamento de um nutricionista. Optar por dietas e produtos da moda coloca em cheque a saúde do indivíduo e é fundamental esclarecer a população que dietas não se resumem somente a calorias, mas também às quantidades de nutrientes que ela possui.

Sabendo disso, fica mais fácil gerenciar a alimentação, ter o emagrecimento desejado e, ao mesmo tempo, não coloca a saúde em risco.

*Roberta Stella é nutricionista chefe do Portal Dieta e Saúde, braço do Portal Minha Vida, maior portal de saúde e bem-estar da internet brasileira.



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