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Alto desempenho nos vestibulares

Alto desempenho nos vestibulares

08/08/2011 Fábio Visioli

Quando os vestibulares surgiram no Brasil, nas primeiras décadas do século XX, já se constituíam exames de seleção e uma forma de equalizar o número de candidatos e vagas.

Atualmente, com a democratização do ensino, a abertura de novos cursos e as novas formas de ingresso na faculdade, além das exigências do mercado de trabalho, ser universitário é componente integrante do ideário jovem e de suas famílias. Contudo, apesar das mudanças do Enem, exames seriados, cotas e outros, muitos vestibulandos não se preparam adequadamente. Ao ficarem temerosos, prejudicam, assim, os seus próprios resultados. Tal qual um atleta de alto desempenho que se prepara anos para uma competição, o estudante deve ter clara uma rotina de estudos, avaliação, e, sobretudo, estratégia. Conhecer bem a carreira profissional e universitária, bem como as suas exigências para ingresso, e, mais importante, como são solicitadas as resoluções das questões, diferenciam o jovem e favorecem o seu resultado na prova.

Há de ficar clara aos alunos a necessidade de uma rotina de estudos diários, a partir da verificação de suas reais dificuldades e esclarecimento de dúvidas com os professores. É preciso também que o aluno possua ciência do conteúdo exigido e verifique os índices de tendências das provas e, principalmente, tenha uma boa bagagem cultural, acompanhada de um senso crítico apurado, o que se torna um grande diferencial. Somado a todos esses elementos, o aluno estará apto a estudar com uma maior responsabilidade, conhecendo, assim, suas preferências e seus pontos a serem trabalhados. Essas são ferramentas importantes para que o aluno esteja, de fato, pronto para uma boa prova. O bom resultado é, portanto, uma soma de dedicação, autocontrole e conhecimento.

Fábio Visioli* é consultor pedagógico do Ético Sistema de Ensino, da Editora Saraiva.



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