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Atitudes que não se aprendem na escola

Atitudes que não se aprendem na escola

19/09/2014 Eduardo Ferraz

Está aberta a temporada dos maiores programas de trainees do Brasil.

Grandes empresas oferecem vagas para jovens estudantes e recém-formados, que podem aproveitar a oportunidade para saber se aquilo que estudaram tem realmente a ver com o que almejam para o futuro.

Porém, mais do que ter uma boa faculdade e fazer um bom estágio, é importante lembrar que existem atitudes essenciais para um bom profissional e que estas não se aprendem nas escolas. São questões ligadas à conduta e a comportamentos que, aliadas a muita prática e um currículo consistente, ditarão com muito mais intensidade o sucesso ou fracasso do profissional.

Seguem abaixo cinco atitudes essenciais que não se aprendem na escola.

1- Coerência – Muito mais importante do que aquilo que você fala é o que você efetivamente faz no dia a dia. Não tenha receio de admitir seus erros ou expressar sua pouca competência em determinadas atividades nem tampouco de assumir a responsabilidade quando tiver que tomar decisões difíceis.

2- Ética – Seja correto com todas as suas obrigações e evite qualquer tipo de esperteza ou malandragem. O preço de ser ético sempre vale a pena no longo prazo, mesmo que custe um pouco mais caro no início. Ser reconhecido como pessoa íntegra facilita as relações em todas as áreas e dá uma maior margem de manobra para lidar com os desafios cotidianos.

3- Profissionalismo - É a atitude do indivíduo de cumprir seu trabalho de maneira correta e bem planejada. É também a vontade de sempre entregar tudo o que é combinado em todas as áreas profissionais.

4- Resiliência - É a habilidade de superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas sem entrar em desespero. É também a capacidade de enfrentar e resolver problemas sem se abater ou desanimar. Profissionais resilientes conseguem, muitas vezes, transformar grandes dificuldades em oportunidades de aprendizado e crescimento.

5 - Determinação – É a capacidade de enfrentar desafios com confiança e firmeza, mantendo-se concentrado, sem desviar do roteiro planejado. Pessoas assim contagiam todos a sua volta, com seu exemplo de não demonstrar desânimo ou insegurança quando a situação é difícil.

*Eduardo Ferraz é consultor em Gestão de Pessoas há 25 anos e especialista em treinamentos usando como base a Neurociência comportamental.



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