Portal O Debate
Grupo WhatsApp

Caiado, tolerância zero na Segurança Pública

Caiado, tolerância zero na Segurança Pública

29/01/2024 Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, assumiu na terça-feira (23), a presidência do Consórcio Brasil Central, que reúne gestores de unidades da Federação do Centro-Oeste, além de Tocantins, Maranhão e Rondônia.

Seu propósito é pedir a união de governadores para o avanço da política de tolerância zero na Segurança Pública. A área é um dos maiores focos de insatisfação do povo. Mas é justamente aí que Caiado surfa em popularidade.

É o governador mais bem avaliado do País, com 72% de aprovação, segundo pesquisa Atlas Intel divulgada em dezembro último.

“Sei como recebi o Estado e sei como é ter tolerância zero e segurança plena. A população também. Em áreas do entorno, por exemplo, onde havia maior criminalidade, entramos com a política de tolerância zero e fui reeleito com mais de 70% dos votos em algumas dessas cidades”, relatou.

Caiado já conversou com o governador Tarcisio, de São Paulo, expondo os objetivos do Consórcio. E o governador paulista disse reconhecer que o povo quer uma polícia mais dura para a solução dos seus problemas de segurança, citando o exemplo da política desenvolvida em Goiás para está importante área.

Caiado deverá contactar os demais governadores com o objetivo de tornar nacional o movimento de endurecimento da atividade policial em relação ao crime e aos criminosos.

O resultado da política de segurança goiana cabe em todo o País. Basta para isso que os governadores assumam integralmente suas responsabilidades em vez de negligenciá-las com o objetivo de conquistar votos.

Com a população insatisfeita como se encontra em significativa parte do território nacional, será mais fácil o governante ou seus candidatos às próximas eleições conquistarem mais votos da população em geral do que dos esquemas de contravenção ou crime.

A tolerância zero, que faz o mote do trabalho policial de Goiás é o sistema rígido de trabalho implantado na década de 90, inicialmente em Nova York, que diminuiu sensivelmente a prática de crimes naquela localidade e, na outra ponta, lotou os presídios.

Os assassinatos diminuíram 61% e a prática de crimes em geral caiu 44%, depois da aplicação da política durante o mandato do então prefeito Rudolph Giuliani.

A iniciativa aumentou o policiamento ostensivo nas ruas e as punições a contravenções e crimes menores, como não pagar transporte coletivo ou consumir bebidas alcóolicas nas ruas.

Enquanto nos EUA as autoridades endureciam o tratamento ao crime e ao criminoso, aqui no Brasil fez-se o contrário.

As polícias foram contestadas, seus integrantes frequentemente acusados de práticas violentas e o cumprimento de pena, pelos criminosos, cada dia mais facilitado.

Deu na crise de segurança que hoje incomoda a população e, lamentavelmente, é tratada com viés político-ideológico.

Em Goiás, o governador Ronaldo Caiado – um político com luz própria e uma família que está na política desde os primórdios do Estado – decidiu pagar o preço da possível impopularidade ao importar os conceitos de tolerância zero.

Mas, mercê da sua determinação, em vez de impopularidade, conseguiu transformar-se no governante estadual com 72% de aprovação popular e, cumprindo o segundo mandato à frente do seu Estado, se prepara para concorrer à presidência da República em 2026.

Poderá ser a mais promissora terceira via para aquele pleito. A rigidez no trato das questões da criminalidade poderá conduzi-lo ao Palácio do Planalto.

* Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves é dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo).

Para mais informações sobre Segurança Pública clique aqui…

Publique seu texto em nosso site que o Google vai te achar!

Entre para o nosso grupo de notícias no WhatsApp



Neoindustrialização e a nova política industrial

Com uma indústria mais produtiva e competitiva, com equilíbrio fiscal, ganha o Brasil e a sociedade.

Autor: Gino Paulucci Jr.


O fim da ‘saidinha’, um avanço

O Senado Federal, finalmente, aprovou o projeto que acaba com a ‘saidinha’ (ou ‘saidão’) que vem colocando nas ruas milhares de detentos, em todo o país, durante os cinco principais feriados do ano.

Autor: Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves


O Brasil e a quarta chance de deixar a população mais rica

O Brasil é perseguido por uma sina de jogar fora as oportunidades. Sempre ouvimos falar que o Brasil é o país do futuro. Um futuro que nunca alcançamos. Vamos relembrar as chances perdidas.

Autor: J.A. Puppio


Dia Bissexto

A cada quatro anos, a humanidade recebe um presente – um presente especial que não pode ser forjado, comprado, fabricado ou devolvido – o presente do tempo.

Autor: Júlia Roscoe


O casamento e a política relacional

Uma amiga querida vem relatando nas mesas de boteco a saga de seu filho, que vem tendo anos de relação estável com uma moça, um pouco mais velha, que tem uma espécie de agenda relacional bastante diferente do rapaz.

Autor: Marco Antonio Spinelli


O que esperar do mercado imobiliálio em 2024

Após uma forte queda em 2022, o mercado imobiliário brasileiro vem se recuperando e o ano de 2023 mostrou este avanço de forma consistente.

Autor: Claudia Frazão


Brasileiros unidos por um sentimento: a descrença nacional

Um sentimento – que já perdura algum tempo, a propósito - toma conta de muitos brasileiros: a descrença com o seu próprio país.

Autor: Samuel Hanan


Procurando o infinito

Vocês conhecem a história do dragãozinho que procurava sem parar o infinito? Não? Então vou te contar. Era uma vez….

Autor: Eduardo Carvalhaes Nobre


A reforma tributária é mesmo Robin Hood?

O texto da reforma tributária aprovado no Congresso Nacional no fim de dezembro encerrou uma novela iniciada há mais de 40 anos.

Autor: Igor Montalvão


Administrar as cheias, obrigação de Governo

A revolução climática que vemos enfrentando é assustadora e mundial. Incêndios de grandes proporções, secas devastadoras, tempestades não vistas durante décadas e uma série de desarranjos que fazem a população sofrer.

Autor: Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves


Escravidão Voluntária

Nossa única revolução possível é a da Consciência. Comer com consciência. Respirar com consciência. Consumir com consciência.

Autor: Marco Antonio Spinelli


Viver desequilibrado

Na Criação, somos todos peregrinos com a oportunidade de evoluir. Os homens criaram o dinheiro e a civilização do dinheiro, sem ele nada se faz.

Autor: Benedicto Ismael Camargo Dutra