Portal O Debate
Grupo WhatsApp

Chuva na estrada pede mais atenção

Chuva na estrada pede mais atenção

18/12/2014 Ricardo Leptich

Diversos fatores de risco tornam as estradas particularmente perigosas no fim do ano.

O grande volume de carros e a maior incidência de motoristas embriagados geralmente são os problemas mais lembrados, mas há um agravante nesse período que não pode ser ignorado: o verão costuma ser uma época extremamente chuvosa. Diante desse cenário, o condutor deve ter cautela redobrada para manter a segurança mesmo em uma pista escorregadia e sem visibilidade.

Os cuidados devem começar já antes de tirar o automóvel da garagem. Viajar com um carro sem vistoria é uma grande irresponsabilidade com a própria vida e dos demais motoristas. Para evitar deslizamentos com a pista molhada é fundamental estar com os pneus calibrados e em bom estado, especialmente em casos de asfaltos acidentados ou estradas de terra, infelizmente ainda comuns no nosso país. Outro importante aliado para situações adversas é o freio, que deve ser inspecionado regularmente.

Desde 2014 as montadoras são obrigadas a incluir sistema antitravamento de freios (ABS) e airbags como itens de série em seus carros. A norma é tardia, mas ao menos demonstra algum avanço na nossa legislação em prol da segurança. Situações chuvosas estão entre aquelas que mais exigem bom uso dos faróis, cuja manutenção deve ser constante. Faróis de milha e de neblina são itens opcionais que ajudam a orientar o motorista, porém, para chuvas de menor intensidade, a recomendação é que seja ligado apenas o farol baixo, como forma de evitar ofuscamento na visão de outros condutores.

Por fim, antes de qualquer viagem é fundamental certificar o estado dos limpadores de para-brisa, o desembaçador e o sistema de sinalização de veículo. Tão importante quanto o bom estado do carro é a condição do motorista. Mesmo nos primeiros minutos de temporal, a atenção já deve ser total. É logo no começo da chuva que muitos deslizamentos acontecem, quando a mistura entre água, óleo e sujeiras da pista afeta a aderência do automóvel de forma significativa.

Imediatamente, nos primeiros sinais de chuva, o motorista deve, além de ligar os faróis e os para-brisas, reduzir a velocidade e aumentar a distância de outros veículos, sobretudo ônibus e caminhões. Ultrapassagens e freadas bruscas, evidentemente, não são recomendadas. Mesmo que a visão esteja boa para você, pode ser que a situação seja diferente para os outros condutores, portanto todo cuidado é pouco. Com água na pista pode ocorrer a aquaplanagem, que é a perda total de aderência do pneu com o solo.

Para não correr o risco de perder o controle do carro, o melhor é conduzir com concentração em locais molhados e, de forma alguma, utilizar o freio quando estiver sobre uma poça. Em casos de chuvas de granizo ou tempestades, o ideal é procurar um local seguro para manter o carro estacionado até que as condições melhorem. Parar no acostamento deve ser evitado ao máximo, pois em dias de pouca visibilidade representa um grande risco de acidente, mesmo com utilização de triângulo e pisca-alerta. São cuidados simples, mas necessários. A recompensa vem com um fim de viagem sem preocupações.

*Ricardo Leptich é Gerente de Vendas e Marketing da Divisão de Lâmpadas Automotivas e Especiais da OSRAM para a América Latina



Liderança desengajada é obstáculo para uma gestão de mudanças eficaz

O mundo tem experimentado transformações como nunca antes, impulsionadas por inovações tecnológicas, crises econômicas e transições geracionais, dentre outros acontecimentos.

Autor: Francisco Loureiro


Neoindustrialização e a nova política industrial

Com uma indústria mais produtiva e competitiva, com equilíbrio fiscal, ganha o Brasil e a sociedade.

Autor: Gino Paulucci Jr.


O fim da ‘saidinha’, um avanço

O Senado Federal, finalmente, aprovou o projeto que acaba com a ‘saidinha’ (ou ‘saidão’) que vem colocando nas ruas milhares de detentos, em todo o país, durante os cinco principais feriados do ano.

Autor: Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves


O Brasil e a quarta chance de deixar a população mais rica

O Brasil é perseguido por uma sina de jogar fora as oportunidades. Sempre ouvimos falar que o Brasil é o país do futuro. Um futuro que nunca alcançamos. Vamos relembrar as chances perdidas.

Autor: J.A. Puppio


Dia Bissexto

A cada quatro anos, a humanidade recebe um presente – um presente especial que não pode ser forjado, comprado, fabricado ou devolvido – o presente do tempo.

Autor: Júlia Roscoe


O casamento e a política relacional

Uma amiga querida vem relatando nas mesas de boteco a saga de seu filho, que vem tendo anos de relação estável com uma moça, um pouco mais velha, que tem uma espécie de agenda relacional bastante diferente do rapaz.

Autor: Marco Antonio Spinelli


O que esperar do mercado imobiliálio em 2024

Após uma forte queda em 2022, o mercado imobiliário brasileiro vem se recuperando e o ano de 2023 mostrou este avanço de forma consistente.

Autor: Claudia Frazão


Brasileiros unidos por um sentimento: a descrença nacional

Um sentimento – que já perdura algum tempo, a propósito - toma conta de muitos brasileiros: a descrença com o seu próprio país.

Autor: Samuel Hanan


Procurando o infinito

Vocês conhecem a história do dragãozinho que procurava sem parar o infinito? Não? Então vou te contar. Era uma vez….

Autor: Eduardo Carvalhaes Nobre


A reforma tributária é mesmo Robin Hood?

O texto da reforma tributária aprovado no Congresso Nacional no fim de dezembro encerrou uma novela iniciada há mais de 40 anos.

Autor: Igor Montalvão


Administrar as cheias, obrigação de Governo

A revolução climática que vemos enfrentando é assustadora e mundial. Incêndios de grandes proporções, secas devastadoras, tempestades não vistas durante décadas e uma série de desarranjos que fazem a população sofrer.

Autor: Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves


Escravidão Voluntária

Nossa única revolução possível é a da Consciência. Comer com consciência. Respirar com consciência. Consumir com consciência.

Autor: Marco Antonio Spinelli