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Comprar à vista dói, mas protege o seu futuro

Comprar à vista dói, mas protege o seu futuro

03/07/2015 Lélio Braga Calhau

Pesquisas recentes têm apontado que o brasileiro gosta de usar o crediário, cartão de crédito e financiamento quando vai fazer compras no comércio.

É verdade que quando tudo dá certo isso não gera grandes problemas. O caso é que na vida nem tudo dá certo em 100% das vezes.

Podemos ficar desempregados, doentes ou acidentados, o que para muitos acarreta perda de renda imediata.

Também é possivel que aconteçam imprevistos como, por exemplo, recebermos uma ou duas multas de trânsito pelo correio, sermos notificados pela Receita Federal por conta de um tributo calculado errado e recolhido a menos, termos um parente próximo precisando de uma ajuda financeira urgente, etc.

De um ano para o outro, o setor econômico pode sofrer uma virada. Cabe a nós termos maturidade para entender isso e olhar para esses problemas, não como uma visão excessivamente otimista ou com pânico, mas com uma visão realista de que os problemas da economia são cíclicos e que todos nós, uns mais outros menos, temos que nos precaver para os momentos de dificuldade econômica.

Comprar sempre à vista dói. Diminui nossa capacidade de adquirir produtos e consumir serviços, mas a adoção e a manutenção dessa boa prática financeira tem tudo a ver com o que é ser realista num mundo de viradas econômicas tão abruptas como o que vivemos.

Quem compra sempre à vista leva vantagem em todos os sentidos. Ele entra numa negociação numa situação claramente mais vantajosa que a outra parte.

Tem poder para dizer que não compra se não houver um bom desconto. Quem tem liquidez, pode dizer se compra ou não compra.

Não fica dependendo de taxas de juros obscuras, como as praticadas por alguns grandes magazines, e não se endivida. Compre sempre à vista, e exija descontos, sob pena de procurar outro estabelecimento.

É, sem dúvida nenhuma, um dos melhores investimentos que você pode fazer para o seu futuro.

* Lélio Braga Calhau é Promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais.



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