Portal O Debate
Grupo WhatsApp

E a Educação, como é que fica?

E a Educação, como é que fica?

12/07/2013 Floriano de Lima Nascimento

Qualquer pessoa medianamente instruída sabe que a Educação – assim mesmo com maiúsculas – é a base para o desenvolvimento pessoal e social.

É simples constatar-se esse fato; bastando para isso fazer algumas verificações: a primeira é a de que a escolaridade tem um papel preponderante no desenvolvimento social e econômico das pessoas.

Em qualquer comunidade as pessoas que estudaram mais – de preferência em boas escolas, conseguiram alcançar um melhor desenvolvimento intelectual e desenvolver a aptidão para compreender as coisas e obter as melhores colocações em empregos. Passam, sob todos os aspectos por uma transformação visível, que é percebida por todos os membros da comunidade a que pertencem.

Diante delas, abre-se normalmente um leque de oportunidades que leva necessariamente a uma vida bem sucedida.

“Obviedades”, deve estar murmurando o leitor deste comentário. Mesmo sendo óbvio este fato ainda foge à percepção de muitas pessoas que deveriam se comprometer para mudar o futuro de milhões de jovens que vivem em nosso país à margem de planos e programas capazes de lhes oferecer oportunidades intelectuais e qualificação profissional capazes de lhes abrir as portas para uma vida promissora.

Quem acompanha atentamente a trajetória sócio econômica do Brasil ainda se lembra de um tempo em que a educação era prioridade nacional, o que entusiasmou os jovens e os conduziu à escolas em busca de conhecimentos capazes de levá-los à emancipação intelectual e, por conseqüência, ao crescimento profissional. Isso aconteceu no final dos anos 60 e começo dos anos 70.

Por todos os lugares, viam-se jovens correndo às escolas, sonhando com um futuro melhor. Na época, falava-se muito no PREMEM, que era uma das portas para a emancipação dos jovens. Paralelamente a isso, havia as propostas de alfabetização de adultos, oriundos do clima reinante.

De repente, tudo acabou. A Democracia voltou a ocupar o lugar que lhe pertencia por direito, mas o entusiasmo educacional sumiu do dia para a noite. Sem a empolgação pelos estudos, diminuiu a esperança e acabaram as oportunidades.

Os jovens que, naquela época, entusiasmaram-se com os estudos, agora se comprazem nas passeatas como as que recentemente voltaram ao país – sem que as autoridades tenham se conscientizado de que isso aconteceu como resposta ao descaso e do abandono. Que se faça alguma coisa antes que seja tarde demais.



O bom senso na vida profissional

Aprender é um processo que nunca deveria se esgotar para nenhuma pessoa.


Lava Jato – Quem é o pai da criança?

Desde o início da operação Lava Jato, a população ficou estupefata com as revelações do emaranhado esquema de corrupção que assolava o país.


Engenharia e inovação, por que o setor está estagnado?

Uma reflexão que merece ser realizada é sobre quais os motivos que levam o setor de Engenharia e Construção a ser tão conservador.


Dicas para entregar seu projeto com melhor qualidade em menor tempo

Há uma infinidade de fatores que influenciam no sucesso (ou não) de um projeto.


Viver não custa…

Meses depois de ter casado, na Igreja, fui viver para andar de prédio, que ficava nos subúrbios da minha cidade.


Insetos na dieta

Aproximadamente dois bilhões de pessoas em 130 países já comem insetos regularmente.


Habilidades socioemocionais podem ser aprendidas

Desde o início da infância, as pessoas aprendem um conjunto de comportamentos que são utilizados nas diferentes interações sociais.


Entenda porque amor é diferente de paixão

Você sabe diferenciar o amor da paixão?


A finalidade e controle das ONGs

O mais adequado não é combatê-las, mas manter sob controle as suas ações como forma de evitar desvio de finalidade, corrupção e outras distorções.


A reforma da máquina pública

A aprovação da reforma da Previdência, pela Câmara dos Deputados, é um avanço do governo.


Os desafios da maternidade e do mercado de trabalho

Ter filhos não é fator de impedimento para uma mulher trabalhar.


Todos querem ser ricos…

Mais vale pobreza, com paz e consciência limpa, que riqueza, sem sossego, alma escurecida, e pesados de remorsos.