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Gugu e a fragilidade da vida

Gugu e a fragilidade da vida

30/11/2019 Valmor Bolan

A sabedoria aconselha foco no equilíbrio emocional e espiritual diante da fragilidade e fugacidade da vida.

A morte do apresentador Gugu Liberato comoveu a todos os brasileiros, pela forma como ocorreu, gerando inclusive questionamentos sobre o porquê ele, sendo milionário, não ter contratado um técnico apropriado para resolver um serviço aparentemente simples, que é o de trocar o filtro do ar condicionado.

Também causou estranheza o fato dele ter subido até o sótão para fazer esse serviço, sem ter tido informação de que havia partes frágeis no piso do sótão, que ocasionou a sua queda, a 4 metros de altura. Deveria ter, no mínimo, uma placa indicando o perigo na localidade...

Fazia pouco tempo que ele havia se mudado para a casa, aonde pretendia usufruir mais com a família.

Mais uma vez fica comprovado de que o que importa nessa vida não é só o dinheiro que permite fazer grandes aquisições materiais, pois tudo fica, nem dá para fazer grandes planejamentos de segurança e tudo mais, pois a nossa vida é mesmo muito frágil, e temos que fazer o melhor para a cada dia estarmos de bem com a nossa consciência, do dever cumprido, etc.

Realmente nunca sabemos qual será o nosso último dia, daí a necessidade de nos prepararmos melhor para isso, especialmente com a oração.

Para nós que temos fé, sabemos que a nossa vida não termina aqui, e que haverá um julgamento posterior de nossos atos.

Por isso os católicos recorrem ao exame de consciência, para a cada dia, buscar avaliar o que é feito, confiante na misericórdia de Deus.

O mais chocante não é a morte em si, pois todos nós estamos aqui de passagem, sabemos disso. Mas o modo brusco como acontece, com muitas pessoas, pegam não só a pessoa, mas também a família, totalmente despreparada, por isso choca.

No começo do ano ocorreu à mesma coisa com o jornalista Ricardo Boechat, vítima de um acidente de helicóptero.

Por isso, temos que buscar uma vida mais simples, mais desapegada de coisas supérfluas, procurando manter o que é necessário, para cumprir as nossas obrigações do dia-a-dia, depositando toda a nossa confiança em Deus.

Temos, portanto que valorizar cada minuto da nossa vida, dando o melhor de nós em tudo o que fazemos no que está ao nosso alcance, pois não sabemos a hora da nossa partida.

Temos que rezar também para que consigamos dar conta das nossas responsabilidades e deixar um exemplo aos que estão mais próximos, sabendo que a nossa vida é um dom e Deus.

* Valmor Bolan é Doutor em Sociologia, Professor da Unisa, Ex-reitor e Dirigente (hoje membro honorário) do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras e Pós-graduado (em Gestão Universitária pela OUI-Organização Universitária Interamericana) com sede em Montreal-Canadá.

Fonte: Reginaldo Bezerra Leite



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