Portal O Debate
Grupo WhatsApp

Marcas que ouvem – e sentem

Marcas que ouvem – e sentem

10/03/2021 Juliana Scardua

O que a sua marca está disposta a ouvir? A sua marca pratica escuta plena, ativa e atenta? A sua marca sente – ou é imune?

Ao instigar essas perguntas, antes mesmo de respondê-las, é preciso lembrar de uma premissa comunicacional básica: comunicação não é só o que se diz. É o que se escuta.

Há um limiar tênue entre a intenção na concepção da mensagem e, de fato, como ela é percebida pelo receptor-destinatário-cliente-par dessa comunicação.

Marcas se relacionam de diferentes formas com seus stakeholders, os seus públicos de interesse. Press releases, campanhas publicitárias, posts, comunicados, logotipos, papelaria, assinaturas sonoras.

Tudo, absolutamente tudo, no conjunto da obra ou individualmente, emana a comunicação que determinada organização quer estabelecer com o mercado.

As impressões 'devolvidas' no processo comunicacional nesse ecossistema da marca são preciosas. Percebê-las rapidamente e internalizá-las, essencial. Aproveitá-las, inteligente.

Apontada em 2019 pelo ranking BrandZ da Kantar como a marca mais valiosa do mundo, com o impactante valuation de R$ 1,2 trilhão, a Amazon retocou um de seus logotipos após a arte remeter a Hitler no imaginário de internautas.

O novo ícone do aplicativo despontava em janeiro com uma fita adesiva azul na parte de cima (a ideia, segundo os idealizadores, era a do lacre nas encomendas).

Mas para alguns, aquilo se assemelhou ao icônico bigodinho do ditador cruel. E a solução foi repaginar o design. A ressignificação do barba, cabelo e bigode no universo da publicidade.

Voltamos à pergunta-convite: O que sua marca está disposta a ouvir e sentir? Seja você empresa, ente público, comerciante, personalidade política, já refletiu se está verdadeiramente captando, ouvindo e compreendendo o que o cidadão-stakeholder tem a dizer sobre você?

A tarefa certamente não é simples ou simplória e demanda investimentos em técnicas e ferramentas, entre elas, serviços de monitoramento da reputação da marca e aplicação de pesquisas de opinião regularmente.

O muitas vezes hostil universo da internet é um desafio à parte dado seu gigantismo e milhões de “sóis” a disparar opiniões numa incontrolável profusão de perfis e plataformas de mensageria.

A cada minuto, estima-se 42 milhões de mensagens são trocadas pelos usuários do aplicativo WhatsApp no mundo (! – dados de 2020).

No Youtube, um volume de 500 horas de vídeos produzidos pelas mais diversas matizes de produtores de conteúdos sobe na plataforma a cada hora de relógio. Gigantesco, né?

A sua marca flutua nesse multiverso. As órbitas e movimentos, é você quem ajudará a traçar, com monitoramento, criatividade, sagacidade e empatia.

OBS: Mencionamos aqui o conceito de cidadão-stakeholder, tema para um artigo próximo.

* Juliana Scardua é comunicadora e sócia-fundadora da Íntegra Comunicação Estratégica, especialista em Marketing e Compliance.

Para mais informações sobre marcas clique aqui…

Fonte: Íntegra Comunicação Estratégica



Cotas na residência médica: igualdade x equidade

Um grande amigo médico, respeitado, professor, preceptor de Residentes Médicos (com letras maiúsculas), indignado com uma reportagem publicada, em periódico do jornal Estado de São Paulo, no dia 05 do corrente mês, enviou-me uma cópia, requestando que, após a leitura, tecesse os comentários opinativos.

Autor: Bady Curi Neto


O impacto das enchentes no RS para a balança comercial brasileira

Nas últimas semanas, o Brasil tem acompanhado com apreensão os estragos causados pelas enchentes no Rio Grande do Sul.

Autor: André Barros


A força do voluntariado nas eleições

As eleições de 2022 contaram com mais de 1,8 milhão de mesários e mesárias, que trabalharam nos municípios de todo o país. Desse total, 893 mil foram voluntários.

Autor: Wilson Pedroso


A força da colaboração municipal

Quando voltamos nossos olhares para os municípios brasileiros espalhados pelo país, notamos que as paisagens e as culturas são diversas, assim como as capacidades e a forma de funcionamento das redes de ensino, especialmente aquelas de pequeno e médio porte.

Autor: Maíra Weber


As transformações universais que afetam a paz

Recentemente a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) aprovou projeto proposto pelo governo estadual paulista para a criação de escola cívico-militar.

Autor: Benedicto Ismael Camargo Dutra


Por um governo a favor do Brasil

A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, constitui-se em estado democrático de direito e tem como fundamentos a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho, da livre iniciativa e do pluralismo político.

Autor: Samuel Hanan


Coração de Stalker

Stalking vem do Inglês e significa Perseguição. Uma perseguição obsessiva, implacável, com envolvimento amoroso e uma tentativa perversa de controle.

Autor: Marco Antonio Spinelli


Na crise, informação

“Na gestão da crise, é muito importante a informação.” Com esta sentença afirmativa, o governador do Rio Grande do Sul abriu sua participação no Roda Viva, da TV Cultura.

Autor: Glenda Cury


Hiperconectividade: desafio ou poder da geração Alpha?

Qual adulto diante de um enigma tecnológico não recorreu ao jovem mais próximo? Afinal, “eles já nasceram com o celular!”.

Autor: Jacqueline Vargas


Governar não é negar direitos para distribuir favores

Ao se referir a governos, o economista e escritor norte-americano Harry Browne (1917/1986) disse que o governo é bom em uma coisa.

Autor: Samuel Hanan


Roubos de credenciais desviam 15 milhões da União

Nos últimos dias, a imprensa noticiou o desvio de valores do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), do Ministério da Fazenda.

Autor: Diego Muniz


Escola cívico-militar, civismo e organização…

São Paulo teve o desprazer de assistir um grupo de jovens que se dizem secundaristas invadir o plenário da Assembleia Legislativa e parar a sessão com o propósito de impedir a votação do projeto, de autoria do governador, que institui a escola cívico-militar.

Autor: Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves