Portal O Debate
Grupo WhatsApp

Medo e insegurança: aprenda a enfrentá-los

Medo e insegurança: aprenda a enfrentá-los

29/06/2014 João Alexandre Borba

Todos já passaram por momentos em que esses sentimentos tomaram conta e, para que a vida continue de forma saudável, é preciso aprender a superá-los.

Medo é um sentimento comum, que pode ser definido como uma angústia ou inquietação antes de um perigo real ou imaginário. É importante que se compreenda que para que o medo apareça é necessário algo ou alguém que represente uma ameaça.É um sentimento natural e necessário ao homem - o problema começa quando ele causa sofrimento e prejudica a vida e a carreira da pessoa. Assim como o medo, a insegurança também é algo muito presente na vida as pessoas.

“Um exemplo clássico que acontece na vida profissional que é certa mistura desses dois sentimentos é quando você tem tudo na ponta da língua para a reunião, mas, na hora H, não consegue expor o que pensou. E o que acontece? Aquela sua grande idéia, acaba sendo sugerida por um colega e saudada por todos como a grande solução do problema. A reunião termina e você permanece ali, frustrado e sentindo-se mal. Por que você não falou?” expõe o psicólogo e coach Alexandre Borba.

A resposta não é nenhum mistério: você não falou porque estava inseguro de si, porque sentiu medo. “Vejo várias histórias de profissionais talentosos que perderam boas oportunidades na carreira devido a esse medo - assim como também existem os exemplos de pessoas que não são tão brilhantes assim, mas que por saberem administrar bem seus medos, alcançaram posições de destaque na sociedade”, exalta Borba. A questão que deve ser pensada é essa: sentir medo é normal, porém, o que diferencia uma pessoa das outras é a forma como ela administra esse sentimento.

“O problema é quando o medo é exagerado e traz consigo outros fatores como a insegurança, baixa auto-estima e depressão. É importante estar verificando se o que está acontecendo é realmente uma ameaça ou apenas uma fantasia”, diz. Para passar por cima desses medos e inseguranças existem atitudes que podem ser tomadas por todos. Uma delas é identificar as situações em que você se sente seguro de si e os seus pontos fortes. “De nada adianta focar apenas nos seus pontos fracos. Ao reconhecer o que existe de bom em si, você se permite ganhar mais confiança própria.

Pense no que tem feito bem, nas suas vitórias do passado e no que o deixa feliz consigo próprio – e deixe de lado o que os outros dizem e/ou pensam”, exalta Borba. Outras atitudes que devem ser tomadas para passar por cima de esses sentimentos é fazer perguntas e tirar todas as suas dúvidas sobre o que o aflige.

“As maiores inseguranças surgem quando a pessoa não sabe o que dizer ou fazer. Uma das formas mais simples de vencer este constrangimento é fazer perguntas à outra parte”, comenta. Outra solução que Borba propõe é que você tenha um ponto de referência: uma pessoa a qual você se espelha e acha que sabe lidar bem com esses momentos. Por último, mas não menos importante, o especialista aconselha que você dê o primeiro passo – tenha coragem e enfrente o que lhe faz mal.

“Nessas horas, o primeiro passo é a parte mais difícil. Não existe uma fórmula exata para lidar com os medos e inseguranças, mas, força de vontade, autoanálise, treino e coragem são atitudes necessárias para passar por cima desses medos. Aprenda a não se proteger de si mesmo: enfrente as suas inseguranças com firmeza”, conclui o psicólogo.

*João Alexandre Borba é Master Coach Trainer e Psicólogo.



Liderança desengajada é obstáculo para uma gestão de mudanças eficaz

O mundo tem experimentado transformações como nunca antes, impulsionadas por inovações tecnológicas, crises econômicas e transições geracionais, dentre outros acontecimentos.

Autor: Francisco Loureiro


Neoindustrialização e a nova política industrial

Com uma indústria mais produtiva e competitiva, com equilíbrio fiscal, ganha o Brasil e a sociedade.

Autor: Gino Paulucci Jr.


O fim da ‘saidinha’, um avanço

O Senado Federal, finalmente, aprovou o projeto que acaba com a ‘saidinha’ (ou ‘saidão’) que vem colocando nas ruas milhares de detentos, em todo o país, durante os cinco principais feriados do ano.

Autor: Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves


O Brasil e a quarta chance de deixar a população mais rica

O Brasil é perseguido por uma sina de jogar fora as oportunidades. Sempre ouvimos falar que o Brasil é o país do futuro. Um futuro que nunca alcançamos. Vamos relembrar as chances perdidas.

Autor: J.A. Puppio


Dia Bissexto

A cada quatro anos, a humanidade recebe um presente – um presente especial que não pode ser forjado, comprado, fabricado ou devolvido – o presente do tempo.

Autor: Júlia Roscoe


O casamento e a política relacional

Uma amiga querida vem relatando nas mesas de boteco a saga de seu filho, que vem tendo anos de relação estável com uma moça, um pouco mais velha, que tem uma espécie de agenda relacional bastante diferente do rapaz.

Autor: Marco Antonio Spinelli


O que esperar do mercado imobiliálio em 2024

Após uma forte queda em 2022, o mercado imobiliário brasileiro vem se recuperando e o ano de 2023 mostrou este avanço de forma consistente.

Autor: Claudia Frazão


Brasileiros unidos por um sentimento: a descrença nacional

Um sentimento – que já perdura algum tempo, a propósito - toma conta de muitos brasileiros: a descrença com o seu próprio país.

Autor: Samuel Hanan


Procurando o infinito

Vocês conhecem a história do dragãozinho que procurava sem parar o infinito? Não? Então vou te contar. Era uma vez….

Autor: Eduardo Carvalhaes Nobre


A reforma tributária é mesmo Robin Hood?

O texto da reforma tributária aprovado no Congresso Nacional no fim de dezembro encerrou uma novela iniciada há mais de 40 anos.

Autor: Igor Montalvão


Administrar as cheias, obrigação de Governo

A revolução climática que vemos enfrentando é assustadora e mundial. Incêndios de grandes proporções, secas devastadoras, tempestades não vistas durante décadas e uma série de desarranjos que fazem a população sofrer.

Autor: Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves


Escravidão Voluntária

Nossa única revolução possível é a da Consciência. Comer com consciência. Respirar com consciência. Consumir com consciência.

Autor: Marco Antonio Spinelli