Portal O Debate
Grupo WhatsApp


Nós acreditamos!

Nós acreditamos!

24/06/2020 Rogério Athayde

A história ensina lições. Muitas lições.

Algumas delas foram duras demais para nossos antepassados, causaram sofrimentos, angústias e incertezas demais, alteraram os tempos, mudaram as vidas.

Eles precisaram ter mais coragem que o normal, mais inteligência, mais força, mais firmeza, mais cooperação do que o normal. Mais do que as épocas de brandura costumam cobrar.

Nossos antepassados venceram muitos desafios, acreditaram que o mundo poderia ser melhor. E lutaram por isso. Por nossa causa. Eles acreditaram.

Hoje nós precisamos acreditar. Com coragem e valentia, precisamos acreditar. Acreditar no diálogo que fabrica soluções, na democracia que permite o diálogo, na inteligência que possibilita o estado democrático e a liberdade.

Acreditar na ciência que constrói os tempos, no conhecimento que produz vida, na arte que refaz o mundo. Acreditar em cada um e em todos nós, porque nunca andamos sozinhos. Hoje nós precisamos acreditar.

É por isso que acreditamos na educação. A educação nos reúne. A educação nos humaniza. A educação nos transforma. A educação nos aprimora.

É por isso que acreditamos na escola. Por isso acreditamos nos alunos, nos professores, nos funcionários, nos diretores, nos pedagogos, nas famílias, nos amigos.

Por isso acreditamos que a escola é um compromisso de fé na humanidade, fé na sociedade, fé e esperança em dias melhores.

Nós acreditamos! Precisamos acreditar! Porque nossos antepassados acreditaram em nós e nós precisamos acreditar naqueles que ainda virão.

Porque nós precisamos acreditar no tempo que temos e em nossa capacidade de criar, com o melhor de nossos talentos.

A história ensina lições. Muitas lições. E a maior delas, talvez, é ter esperança. Por isso nós acreditamos na escola. Porque acreditamos em um mundo melhor.

Porque acreditamos que somos capazes de construí-lo. Porque queremos viver nele. Porque acreditamos que nossos herdeiros terão orgulho do que estamos fazendo hoje. Por isso.

Nós acreditamos!

* Rogério Athayde é escritor, professor e autor de história do Sistema de Ensino pH e palestrante de temas referentes à África, religião afrodescendente, preconceito racial e intolerância religiosa.

Fonte: Mira Comunicação



Dificultando o acesso ao livro

Na proposta de reforma tributária endossada pelo Governo e enviada ao Congresso consta uma nova taxação.


Redes sociais: espaço fértil para a indignação e a esperança

Há um inconformismo geral com o nosso cenário político atual, a indignação é generalizada e evidente em parcela significativa da população.


Como a tecnologia analítica está conquistando espaço no futebol

Com a atual pandemia, os apaixonados por futebol ficaram alguns meses sem ver a bola rolando.


O descaso e a “carteirada” frente à pandemia

A obra Raízes do Brasil de Sergio Buarque de Holanda, originalmente publicada em 1936, analisa elementos fundamentais presentes na cultura brasileira que remontam ao nosso passado colonial e escravagista.


A justiça nossa de cada dia

Se a justiça desaparece é coisa sem valor o fato de os homens viverem-na terra. (Immanuel Kant)


O dia da vergonha

Sem dúvida, ainda temos muito o que aprender com a história para evitar que dias vergonhosos se repitam.


XaaS: Está na hora de pensar em Tudo como Serviço

Quando toda essa crise passar, qual lição levaremos?


A urgência da reforma tributária

No Brasil, o debate sobre a necessidade de uma reforma tributária ocorre há décadas.


Lições importantes da pandemia para os investidores e o futuro financeiro

A pandemia do Covid-19 trouxe impactos significativos em diversas esferas sociais e econômicas.


O Caminho de Saint-Hilaire

Augustin François César Prouvençal de Saint-Hilaire, o botânico francês que ficou conhecido mundialmente apenas como Saint-Hilaire, explorou, entre os anos de 1816 e 1822, a parte central do Brasil colônia e um pouco do sul.


Verdade: qual nos libertará?

Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.


Vergonha: um orgulho familiar

Ouso iniciar a reflexão sobre o sentimento de vergonha pela adaptação da célebre frase: diga-me do que tens vergonha, que eu te direi quem és!