Portal O Debate
Grupo WhatsApp

Nós, contribuintes, continuamos a pagar a conta dos hóspedes perdulários do Congresso Nacional

Nós, contribuintes, continuamos a pagar a conta dos hóspedes perdulários do Congresso Nacional

23/02/2020 Julio César Cardoso

Outros parlamentares também se comportam da mesma forma.

Nós, contribuintes, continuamos a pagar a conta dos hóspedes perdulários do Congresso Nacional

Simplesmente, é um escárnio aos milhões de trabalhadores desempregados e endividados, como também a miríades de brasileiros vivendo de forma miserável abaixo da linha  de extrema pobreza, saber que o parlamentar que mais gastou em 2019 foi o líder do PT no Senado Humberto Costa (PE), com despesa de R$ 607,4 mil.

Enquanto o senador pernambucano não se importa com a situação de extrema pobreza dos deserdados brasileiros e gasta de forma implacável o dinheiro da nação, devia ele saber  que os 13,5 milhões de pessoas, vivendo  no  país em condições de extrema pobreza,  equivalem à população da Bolívia, Bélgica, Cuba, Grécia e Portugal, de acordo com dados do Síntese de Indicadores Sociais (SIS) do IBGE.

A pergunta que se impõe fazer ao senador: qual é a explicação em dados concretos de serviços prestados pelo senador que geraram resultados positivos em benefício do bem-estar social e da nação, para justificar a despesa com mandato da ordem de R$ 607,4 mil?

Mas nem tudo  converge de forma negativa para os gastos absurdos promovidos pele senador pernambucano. Por exemplo, há deputados que  não  gastaram um centavo sequer  da cota parlamentar ao longo do ano passado:  Paula Belmonte (Cidadania-DF) e Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG), ambos os deputados em seu primeiro mandato.

De acordo com notícia do jornal Gazeta do Povo, os referidos deputados, em entrevista, disseram que a política do gasto zero não prejudicou em nada o seu trabalho.

Cabe ponderar que não é somente o senador Humberto Costa, que, de forma perdulária e sem demonstrar nenhuma  parcimônia com os gastos públicos, dá prejuízo ao Erário. Outros parlamentares também se comportam da mesma forma.

Os políticos nacionais, com raras exceções, se lançam na vida pública apenas para tirar proveito da coisa pública, resolver os seus problemas pessoais, empresariais, familiares e de amigos. Eles  estão  pouco se importando com a  situação de pobreza social, se o povaréu padece e morre sem ser atendidos nas filas dos hospitais públicos sucateados ou se falta qualidade na educação e segurança. 

O Brasil, maltratado por políticos mequetrefes e indecorosos, paga um preço muito alto por não fazer uma reforma política ampla e séria para moralizar o Poder Legislativo, onde temos um Congresso Nacional,  inchado e inoperante, repleto de mordomias e sinecuras,  dando despesas inúteis ao  bolso de cada contribuinte brasileiro.

* Júlio César Cardoso - Servidor federal aposentado - Balneário Camboriú-SC



8 de janeiro

Venho aqui versar a defesa Dos patriotas do “mal”

Autor: Bady Curi Neto


Aborto legal e as idiossincrasias reinantes no Congresso Nacional

A Câmara dos Deputados, em uma manobra pouco ortodoxa do seu presidente, aprovou, nessa semana, a tramitação em regime de urgência do Projeto de Lei nº 1904/2024, proposto pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), integrante da ala bolsonarista e evangélica, que altera, sensivelmente, as regras de tratamento do crime de aborto.

Autor: Marcelo Aith


Há solução para as enchentes, mas será que há vontade?

Entre o fim de abril e o início de maio de 2024, a maior tragédia climática da história se abateu sobre o Rio Grande do Sul.

Autor: Alysson Nunes Diógenes


Primeiro semestre: como estão as metas traçadas para 2024?

O que mais escutamos nas conversas é: “Já estamos em junho! E daqui a pouco é Natal!”

Autor: Elaine Ribeiro


Proliferação de municípios, caminho tortuoso

Este é um ano de eleições municipais no Brasil. Serão eleitos 5.570 prefeitos, igual número de vice-prefeitos e milhares de vereadores.

Autor: Samuel Hanan


“Vaquinha virtual” nas eleições de 2024

A campanha para as eleições municipais de 2024 ainda não foi iniciada de fato, mas o financiamento coletivo já está autorizado.

Autor: Wilson Pedroso


Cotas na residência médica: igualdade x equidade

Um grande amigo médico, respeitado, professor, preceptor de Residentes Médicos (com letras maiúsculas), indignado com uma reportagem publicada, em periódico do jornal Estado de São Paulo, no dia 05 do corrente mês, enviou-me uma cópia, requestando que, após a leitura, tecesse os comentários opinativos.

Autor: Bady Curi Neto


O impacto das enchentes no RS para a balança comercial brasileira

Nas últimas semanas, o Brasil tem acompanhado com apreensão os estragos causados pelas enchentes no Rio Grande do Sul.

Autor: André Barros


A força do voluntariado nas eleições

As eleições de 2022 contaram com mais de 1,8 milhão de mesários e mesárias, que trabalharam nos municípios de todo o país. Desse total, 893 mil foram voluntários.

Autor: Wilson Pedroso


A força da colaboração municipal

Quando voltamos nossos olhares para os municípios brasileiros espalhados pelo país, notamos que as paisagens e as culturas são diversas, assim como as capacidades e a forma de funcionamento das redes de ensino, especialmente aquelas de pequeno e médio porte.

Autor: Maíra Weber


As transformações universais que afetam a paz

Recentemente a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) aprovou projeto proposto pelo governo estadual paulista para a criação de escola cívico-militar.

Autor: Benedicto Ismael Camargo Dutra


Por um governo a favor do Brasil

A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, constitui-se em estado democrático de direito e tem como fundamentos a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho, da livre iniciativa e do pluralismo político.

Autor: Samuel Hanan