Portal O Debate
Grupo WhatsApp

O clamor das ruas: caem as máscaras

O clamor das ruas: caem as máscaras

10/07/2013 Floriano de Lima Nascimento

Nos últimos dias, a população brasileira assustou-se com os fatos acontecidos no campo político. A mobilização popular tem o poder de fazer cair a máscara e outras fantasias, desvelando a face nua da verdade.

Manifestações aparentemente autônomas – pelo menos enquanto não se provar ao contrário – ocorreram em vários Estados do país, exigindo melhores condições de vida para a população: melhor distribuição de renda (logo, melhores salários), saúde, emprego, moradia, transporte, combate à corrupção, enfim, cuidados e iniciativas capazes de melhorar o quadro geral de um país que espera por isso há muito tempo.

Chega de oportunismo, chega de carreirismo, chega de política praticada à sorrelfa, nos gabinetes do poder. O que se quer agora – e isso não foi, em muitos casos, verbalizado pela população, mas interpretado pelos analistas – é que se deixe de tratar o povo como mero objeto de políticas sacadas espertamente dos bolsos dos cidadão, para abrir espaço à sua atuação, na busca das justas aspirações que sempre as motivaram: melhor distribuição de renda, segurança, saúde e outros itens apregoados em todas as eleições, mas sistematicamente negados ao povo.

Governantes e legisladores que não seguiram esse caminho vâo descobrir que o povo deixou de respeitá-los, para construir seus próprios percursos, o que nem sempre, ou quase nunca, significa encontrar o caminho da paz e harmonia social.

Como outras cidades do país, Belo Horizonte se lembrará ainda por muito tempo das hordas humanas movendo-se para fazer seus protestos contra a situação a que chegaram.

Como só acontece nessas ocasiões, muitas máscaras caíram, entre elas as utilizadas por supostos líderes que sempre simularam uma adesão completa às bandeiras populares, mas jamais agiram, quando detinham o poder, de modo coerente com seu discurso repetitivo e insincero.

A mobilização popular tem o poder de fazer cair a máscara e outras fantasias, desvelando a face nua da verdade.

Há que aprender a lição e atender aos apelos dos cidadãos que, mesmo pecando muitas vezes pelos excessos, trouxeram à tona a sua ira contra o modo como as elites no poder tratam habitualmente o homem das ruas.



Insetos na dieta

Aproximadamente dois bilhões de pessoas em 130 países já comem insetos regularmente.


Habilidades socioemocionais podem ser aprendidas

Desde o início da infância, as pessoas aprendem um conjunto de comportamentos que são utilizados nas diferentes interações sociais.


Entenda porque amor é diferente de paixão

Você sabe diferenciar o amor da paixão?


A finalidade e controle das ONGs

O mais adequado não é combatê-las, mas manter sob controle as suas ações como forma de evitar desvio de finalidade, corrupção e outras distorções.


A reforma da máquina pública

A aprovação da reforma da Previdência, pela Câmara dos Deputados, é um avanço do governo.


Os desafios da maternidade e do mercado de trabalho

Ter filhos não é fator de impedimento para uma mulher trabalhar.


Todos querem ser ricos…

Mais vale pobreza, com paz e consciência limpa, que riqueza, sem sossego, alma escurecida, e pesados de remorsos.


A importância de empoderar nossas meninas

Fatores culturais de valorização do masculino, enraizados desde sempre na nossa sociedade, afetam a autoestima e a confiança feminina.


Advogados e Cursos jurídicos

Onze de Agosto é o Dia da Fundação dos Cursos de Direito e é também o Dia do Advogado.


Empresas e paternidade: uma mudança a ser nutrida

Daqui a cinco ou dez anos, nem você nem ninguém se lembrará com precisão da tarefa que está fazendo no trabalho neste minuto.


Ética de advogados e juízes

A advocacia e a magistratura têm códigos de ética diferentes.


Quem se beneficia da coisa pública é corrupto

Coisa pública não pode ser confundida com coisa privada.