Portal O Debate
Grupo WhatsApp


O novo perfil dos supermercados

O novo perfil dos supermercados

16/05/2014 Izaias Berni

Ir ao supermercado não é tarefa das mais simples, mesmo para os apaixonados por compras, das mais básicas aos estoques mensais, o passeio requer tempo e paciência do consumidor.

Talvez seja esse um dos principais motivos para encontrarmos, cada vez mais, supermercados que se assemelham a shoppings centers e dispõem de diversos serviços para aqueles que passam muito tempo no local. De acordo com dados divulgados pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), os hipermercados cresceram 5,5% em 2013 e os supermercados 9,3%. No total, o setor faturou R$ 272 bilhões no ano passado, o que nos dá dimensão do potencial supermercadista.

Pegando carona na ascensão do setor, um segundo mercado é impactado positivamente: o de alimentação fora do lar. Isso porque o novo perfil dos estabelecimentos contempla verdadeiros centros gastronômicos que incorporam restaurantes, cafés e fast-foods. Quem escolhe o período da manhã para fazer a compra do mês, por exemplo, pode tomar um café ou almoçar no próprio supermercado. O mesmo acontece para quem opta pelo final da tarde, podendo lanchar ou jantar no local.

Frente a esse cenário as empresas alocadas nos supermercados precisam se equipar com produtos que ofereçam alta produtividade e, ao mesmo tempo, que se adequem a espaços menores. Nesse sentido, a indústria que servia apenas aos restaurantes, hoje serve às padarias, hotéis e até aos supermercados. O que nos permite concluir com esse movimento é que cada vez mais diferentes setores precisam se atualizar e se adaptar aos novos hábitos do consumidor.

*Izaias Berni é diretor comercial da Cozil, indústria que há 29 anos cria e desenvolve equipamentos para cozinhas profissionais.



Os desafios de tornar a tecnologia acessível à população

Vivemos uma realidade em que os avanços tecnológicos passaram a pautar nosso comportamento e nossa sociedade.


O uso do celular, até para telefonar

Setenta e sete por cento dos brasileiros utilizam o smartphone para pagar contas, transferir dinheiro e outros serviços bancários.


Canto para uma cidade surda

O Minas Tênis Clube deu ao Pacífico Mascarenhas o que a cidade de Belo Horizonte deve ao Clube da Esquina; um cantinho construído pelo respeito, gratidão, admiração, reconhecimento, apreço e amor.


Como acaso tornou famoso notável compositor

Antes de alcançar a celebridade, e a enorme fortuna, Verdi, passou muitas dificuldades financeiras.


Gugu e a fragilidade da vida

A sabedoria aconselha foco no equilíbrio emocional e espiritual diante da fragilidade e fugacidade da vida.


Quando o muro caiu

O Brasil se preparava para o segundo turno das eleições presidenciais, entre o metalúrgico socialista Luís Inácio Lula da Silva e a incógnita liberal salvacionista Fernando Collor de Melo, quando a televisão anunciou a queda do muro de Berlim.


Identidade pessoal e identidade familiar

Cada família gesta a sua identidade, ainda que algumas vezes, de forma inconsciente.


Desprezo e ingratidão

Não sei o que dói mais: se a ingratidão se o desprezo.


A classe esquecida pelo governo

O fato é que a classe média acaba por ser a classe esquecida pelo governo.


O STF em defesa de quem?

A UIF, antigo COAF, foi criada como uma unidade do Ministério da Justiça (hoje, no BACEN) para fazer uma coisa muito simples: receber dos bancos notificações de que alguém teria realizado uma transação suspeita, anormal.


O prazer da leitura

Ao contrário do que se possa pensar, não tenho muitos amigos. Também não são muitos os conhecidos.


Desmoralização do SFT

A moralidade e a segurança jurídica justificam a continuidade da prisão em segunda instância. A mudança desta postura favorece a impunidade dos poderosos e endinheirados.