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Quando o telefone toca…

Quando o telefone toca…

21/01/2020 Humberto Pinho da Silva

A cada passo sou massacrado: ouço o telefone tilintar. Corro para atender.

Do outro lado da linha, voz muito suave, muito tratada, muito gentil, surge: “Venho oferecer-lhe um novo serviço; ou não pode contribuir para a nossa Instituição?”

Num almoço de amigos, falava-se de “pragas” – “pragas” modernas, do século XXI. Então, o Gabriel, rapaz das arábias – rapaz do meu tempo, – saiu-se com esta, que é, certamente, pior que as sete pragas do Egipto.

Dia destas, retilintou o telemóvel (celular, como dizem nossos amigos brasileiros,) e escutou, lengalenga, impingindo-lhe novo serviço.

Como lhe disse, que não estava interessado, a simpática menina, perguntou-lhe, se não queria aumentar a velocidade da Internet. Respondeu-lhe: “a que tenho chega”.

E por ai adiante, impingiu-lhe: filmes, documentários, desporto, programas para a infância…A tudo disse: que não.

Cansado, já pedia a todas as alminhas que o deixasse em paz… – “Mas…não gosta de televisão?” – perguntou-lhe voz levemente sensual.

Desesperado, ameaçou desligar. Invocou afazeres; apelou para a sua idade; mas nada. Tinha que comprar…fosse o que fosse. Irritado, desligou.

A desventura do Gabriel, não foi surpresa; alguns dos presentes, lamentaram terem atendido idênticas chamadas.

Outrora, não vai muitos anos, raras vezes telefonavam para solicitar contributos; agora, parece moda: pedir por tudo e por nada.

Raro dia, que não receba mensagens: de supermercados, lojas comerciais, até farmácias! …; oferecendo serviços e promoções! …

O telefone, que era aparelho utilíssimo, a ponto de não o podermos dispensar, passou a se “praga” que nos persegue, como sombra.

Com o velho terrim-terrim, ou com música pop, não param de nos incomodar, na: sala de aula, no hospital, na reunião familiar ou de negócios… até na igreja!

Quem parará este desvario?

* Humberto Pinho da Silva

Fonte: Humberto Pinho da Silva



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