Portal O Debate
Grupo WhatsApp


Se não amo o meu trabalho….

Se não amo o meu trabalho….

28/08/2013 Lisia Beraldo

Quando escolhemos uma profissão muitas vezes não temos certeza se é exatamente o que queremos.

Ainda jovem temos que decidir qual carreira seguir. Os pais tem um papel influente sobre a nossa decisão e ouvimos frases como: vai passar fome se escolher essa profissão, o mercado já está cheio, escolha outra opção e assim por diante.

Alguns jovens já são determinados e não mudam de opinião.

É muito difícil ter a percepção certa e fazer a escolha que talvez seja pra toda vida.

Não podemos trabalhar só pelo lado financeiro. É importante gostar do que faz, dar significado as suas tarefas, ter dignidade e respeito, contribuir com colegas, dividir conhecimentos, crescer e aprender sempre.

Mas e se aceitei um trabalho e não sou feliz? Tente descobrir qual o lado bom de estar ai. Não fique intransigente porque você pode não enxergar outras habilidades e oportunidades que surgirem a sua frente. Podemos também aprender a gostar de outras profissões. Buscar motivação, vivenciar realizações pessoais, listar as oportunidades que surgiram, tudo isso vai elevar sua autoestima.

Não deixe seus sabotadores internos dizer que você é infeliz com o que trabalha. Essas atitudes negativas vão fazendo você desanimar, adoecer e prejudicar sua saúde física e mental. Provocam obstáculos e cegam nossa inteligência emocional.

Toda experiência é válida. Faça o melhor nesse trabalho até conseguir outro.

Fazemos escolhas o tempo todo. Quando escolhi trabalhar na Beneficiointelectual.com, eu escolhi ser mais feliz e ter mais qualidade de vida.

Procure descobrir o que faz seus olhos brilharem. O que faria até de graça? Pelo que você acordaria cedo todo dia?

Há uma fábula do cortador de pedras que ilustra bem o que estamos falando.

Ao serem consultados sobre o que faziam, três cortadores de pedras tiveram três diferentes respostas. O primeiro respondeu que era pago para cortar pedras e assim fazia. O segundo retrucou que era exímio cortador de pedras, e cortava-as com técnicas especiais. Já o terceiro, visivelmente motivado, respondeu: "Estou construindo catedrais".

E você? Se identificou com alguma resposta? Que outras escolhas tem?



Roda de histórias

Meu avô paterno, Seu Dito, era um bom contador de histórias. Contava com a mesma ênfase, fatos e ficções.


Infodemia: a pandemia de desinformação

Todos os dias em nossos smartphones, computadores e TVs, temos uma verdadeira chuva de informações, e nem sempre é possível conferir a veracidade delas.


O problema não é a Cloroquina

Estamos diante de uma doença ameaçadora, nunca antes vivida por nossa geração.


Liderança: Arte e Ciência

O que faz uma pessoa aceitar e reconhecer a liderança de outra?


Reflexões éticas em tempos de Coronavírus

Atualmente, vivemos num cenário de turbulências e preocupações com os impactos sociais e econômicos atuais que virão em decorrência da pandemia do vírus Covid-19.


O direito de ser pedra e o direito de ser vidraça em tempos de pandemia

O pior nessa história toda, desse período de pandemia da Covid-19, tem sido a guerra violenta de versões apresentadas sobre o problema.


O oxigênio da vida

Eles moravam em um dos bairros mais violentos de São Paulo. Estavam perto dos 20 anos. Eram três amigos de infância.


Um vazio de lideranças

Qual o paradeiro dos líderes? Eles possivelmente estão por perto, mas nós não os enxergamos.


O Brasil deve um almoço a Roberto Jefferson

A esquerda diz temer pela Democracia em razão de alguns pronunciamentos do Presidente Bolsonaro.


No tempo da pandemia

Nesta época de quarentena, assisti, pela rádio, à transmissão de cerimónia religiosa: missa.


O Mal

Agostinho dizia que o mal não é um ente em si, porque não é possível que um D’us bom tenha criado o mal.


As palavras que faltam

Há muitas coisas em falta no mundo.