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Vândalos: a denúncia da guerrilha e a grave ameaça à paz social

Vândalos: a denúncia da guerrilha e a grave ameaça à paz social

01/08/2013 Milton Corrêa da Costa

Nos fins de semana, os jovens se reúnem em cidades do Mato Grosso para fazer coquetel molotov.

As manifestações que se alastram preocupantemente pelo país, onde em São Paulo, nesta terça-feira ,30/07, agências bancárias e uma concessionária de veículos foram depredadas, além de pichações em muros, resultando na prisão de arruaceiros -houve também tumulto em Goiânia- demonstram claramente que há algo muito estranho por trás dos rostos encobertos, extremamente grave, com ameaça à ordem pública, à ordem institucional e mais do que isso, à própria segurança nacional, fatos que corroboram o impressionante teor de matéria publicada (pagina 37) na última edição da Revista Época, (29/07), mostrando que por trás da simples revolta dos vândalos anarquistas há algo de muito mais sério e estarrecedor.

A notícia, que deixa perplexa a sociedade ordeira, que precisa ter ciência e consciência de sua gravidade -as áreas de inteligência institucional, das Forças Armadas e das polícias no Brasil obviamente que têm ciência- dá conta de que (surpreendam-se) "gladiadores (é assim que se autoproclamam os anarquistas das manifestações), após a ONG Defensoria Social espalhar voluntários para defender manifestantes presos por vandalismo, agora também recebem treinamento de guerrilha urbana através instrutores experientes.

Nos fins de semana, os jovens se reúnem em cidades do Mato Grosso ( OBSERVEM QUE SE TRATA DE UM ESTADO FRONTEIRIÇO) para fazer coquetel molotov e escudo de madeirite e produzir líquidos que anulam o efeito do gás lacrimogêneo. Nesses encontros, eles escolhem bancos e empresas multinacionais como alvos de depredação. Participam dessas reuniões ( OBSERVEM ATENTAMENTE) os anarquistas Anonymous, Anarcopunk e Acción Directa, ex-militantes do MST, alguns dissidentes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e remanescentes do grupo guerrilheiro uruguaio Tupamaros e da Central Operária Boliviana. Os próximos atos de vandalismo, segundo a matéria jornalística, estão previstos para 7 de setembro e no Rock in Rio".

Tome portanto ciência e consciência a sociedade brasileira sobre a perigosa realidade de tais grupos radicas -almejam tão somente o anarquismo e a destruição- constituindo séria ameaça à paz social. Mais do que nunca a lei anti-terror precisa, portanto, se tornar realidade. A lei, a ordem, o ir e vir estão seriamente ameaçados pelo vandalismo e pela guerrilha. Isso é fato real. Preparem-se, pois, as forças de segurança para combater e minimizar tal preocupante realidade. A estabilidade nacional está sob ameaça da guerrilha.

* Milton Corrêa da Costa é cidadão brasileiro que luta pela democracia responsável e contra a violência



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