Portal O Debate
Grupo WhatsApp


Vencendo preconceitos

Vencendo preconceitos

08/07/2018 Oscar D'Ambrosio

Marie Curie foi a primeira mulher a ser laureada com um Prêmio Nobel.

Vencendo preconceitos

Poucas pessoas na história da humanidade, ao que sabemos, venceram tantos preconceitos e conseguiram reconhecimento como a cientista polonesa naturalizada francesa Marie Sk?odowska Curie (1867 – 1934).

Pioneira em pesquisas na radioatividade e na sua ação contra o câncer, atingiu vários ineditismos. Foi a primeira mulher a ser laureada com um Prêmio Nobel e a primeira pessoa e única mulher até hoje a ganhar o prêmio duas vezes. E foi anda a primeira mulher a ser admitida como professora na Universidade de Paris e a primeira a ser enterrada por méritos próprios no Panteão daquela cidade.

O filme “Marie Curie”, de Marie Noëlle, narra tudo isso sem deixar de lado o escândalo em que foi destaque mundial por, já viúva, ter se envolvido com um homem casado, algo que quase a impediu de receber o Nobel. Acima de tudo, a cientista é apresentada como uma defensora do conhecimento.

Isso significava inclusive praticar e defender uma concepção de ensino em que as experiências de laboratório fossem intensificadas para meninos e meninas. Assim, entendendo a ciência como forma de prática de enfrentar o desconhecido, combateu o preconceito e, acima de tudo, deixou um imortal legado para a humanidade.

* Oscar D´Ambrosio é mestre em Artes Visuais e doutor em Educação, Arte e História da Cultura, é Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Fonte: Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo



Dizer o que não se disse

A 3 de Janeiro de 1998, Fernando Gomes, então Presidente da Câmara Municipal do Porto, apresentou o livro de Carlos Magno: “O Poder Visto do Porto - e o Porto Visto do Poder”.


Pegando o ônibus errado

Certo dia, o cidadão embarca tranquilamente na sua costumeira condução e, quadras depois da partida, em direção ao destino, percebe que está dentro do ônibus errado.


Resiliência em tempos de distanciamento social

Em meio à experiência que o mundo todo está vivendo, ainda não é possível mensurar o impacto do distanciamento social em nossas vidas, dada a complexidade desse fenômeno e a incerteza do que nos aguarda.


Nasce a organização do século 21

Todos sabemos que a vida a partir de agora – pós-epidemia ou período de pandemia, até termos uma vacina – não será a mesma.


Luto e perdas na pandemia: o que estamos vivendo?

Temos presenciado uma batalha dolorosa em todo o mundo com o novo coronavírus (COVID-19).


Encare a realidade da forma correta

Em algum momento todos nós vamos precisar dessa mensagem.


Contraponto a manifestação do Jornalista Lucas Lanna

Inicialmente gostaria de parabenizar o jovem e competente jornalista Lucas Lanna Resende, agradecendo a forma respeitosa que diverge da matéria por mim assinada e intitulada “O Brasil deve um almoço a Roberto Jefferson”.


O Brasil deve um almoço a Roberto Jefferson?

Nos últimos dias, um artigo intitulado O Brasil deve um almoço a Roberto Jefferson, do advogado e ex-juiz do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), Bady Curi, foi publicado neste espaço


O Brasil deve um almoço a Roberto Jefferson

A esquerda diz temer pela Democracia em razão de alguns pronunciamentos do Presidente Bolsonaro.


O Brasil, a logística e os “voos de galinha”

Parcerias público-privadas, com base no tripé da sustentabilidade podem proporcionar excelentes projetos para a logística no Brasil.


Eça e a famosa estatueta

Nos derradeiros anos do século transacto, tive a oportunidade de conhecer e entrevistar, D. Emília Eça de Queiroz.


Roda de histórias

Meu avô paterno, Seu Dito, era um bom contador de histórias. Contava com a mesma ênfase, fatos e ficções.