Portal O Debate
Grupo WhatsApp

As consequências da Covid-19 no mercado de fundos imobiliários

As consequências da Covid-19 no mercado de fundos imobiliários

25/04/2020 Rafael Rodrigues

Diante deste cenário, jamais visto na história, os fundos imobiliários não passaram ilesos.

No Brasil e no mundo, a Covid-19 chegou sem pedir licença, instaurando uma desestabilidade não só na área da saúde, com milhares mortos e infectados, mas também na rotina social da população mundial e é claro, por consequência, em toda a estrutura e dinâmica da economia do planeta.

Diante deste cenário, jamais visto na história, os fundos imobiliários não passaram ilesos, principalmente, em algumas classes específicas que sofreram de forma mais intensa.

Para contextualizar o atual momento, vale a pena voltarmos para junho de 2019 e entendermos o histórico deste setor do mercado financeiro.

Em junho de 2019, começou a se formar a consolidação de um cenário perfeito para os Fundos de Investimentos Imobiliários (FII’s).

A inflação estava controlada, permanecendo abaixo do eixo da meta e ainda lidávamos com uma redução histórica da taxa de juros, chegando aos patamares atuais de 3,75% a.a, aliado à uma projeção de crescimento de PIB, para os próximos anos, bastante otimista.

Em janeiro de 2020, com o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) a aproximadamente 3.250 pontos, tivemos o início de um movimento de realização de lucros, até então, um comportamento natural para a renda variável, haja vista os altos valores de mercado das cotas de fundos imobiliários, trazendo o índice para o patamar de 3.000 pontos.

No início do mês de março, logo após a quarta-feira de cinzas, começamos a sentir as primeiras consequências do novo coronavírus no mercado financeiro, onde o IFIX recuou -26,28% em apenas 7 dias de pregão. Isso deixou evidente um movimento de pânico generalizado, onde investidores de primeira viagem estavam vendendo os seus ativos a qualquer preço, o que levou o mercado ao nível de 2.165 pontos, ou seja, o mesmo patamar registrado anteriormente em outubro de 2018.

Fato é, que dentro do mercado de fundos imobiliários, todos os setores foram afetados pelo movimento de aversão ao risco diante da pandemia.

Um dos setores mais afetados foram os fundos de shoppings, que por determinação dos órgãos públicos, foram fechados, gerando a possibilidade de problemas de inadimplência dos inquilinos.

Outra classe de ativos bastante afetada foi a dos fundos de hotéis, que se depararam com a falta de geração de receita, devido à forte queda na taxa de ocupação.

Esta que teve origem por conta do isolamento social e cancelamentos de viagens, o que por sua vez, impossibilitou a geração de caixa.

Desta forma grande parte das casas de análises, optaram por uma estratégia mais defensiva para o mês de abril, e possivelmente para os próximos meses, concentrando grande parte de suas carteiras em fundos logísticos e de recebíveis, entendendo que estes serão menos impactados no curto prazo.

Olhando por outra ótica, toda crise gera um vasto leque de boas oportunidades e com os fundos imobiliários não poderia ser diferente.

Neste cenário, grande parte dos ativos, estão sendo negociados à valores muito inferiores ao montante de patrimônio do próprio fundo.

Esses ativos, que são negociados no mercado secundário – via bolsa de valores – podem ser adquiridos a preços que o mercado nem sequer imagina ser possível.

Por esse ponto de vista, para o investidor com maior apetite a risco e com visão de médio a longo prazo, existem boas chances de se obter um ganho de capital substancial no período de 12 a 24 meses.

* Rafael Rodrigues é assessor de investimentos na Atrio Investimentos.

Fonte: Naves Coelho Comunicação



Confiança dos pequenos negócios segue em crescimento pelo quarto mês consecutivo

Indústria lidera o ranking entre os setores e microempreendedores influenciam positivamente o resultado geral do Iscon em agosto.

Confiança dos pequenos negócios segue em crescimento pelo quarto mês consecutivo

Mesmo na crise econômica e sanitária, bancos aumentam as tarifas

Estudo do Idec aponta que, em meio à pandemia de covid-19, qualidade de serviços piorou e houve alta migração de consumidores para bancos digitais.

Mesmo na crise econômica e sanitária, bancos aumentam as tarifas

Comércio cresce 1,2% em julho e atinge patamar recorde

Trata-se da quarta alta consecutiva do indicador.

Comércio cresce 1,2% em julho e atinge patamar recorde

Pets em condomínios comerciais

Muitas pessoas já descobriam que ter um animal é ter um companheiro de verdade, além ser um excelente meio de afastar a solidão.

Pets em condomínios comerciais

Poupança tem retirada líquida de R$ 5,467 bilhões em agosto

Em 2021, a poupança acumula retirada líquida de R$ 15,629 bilhões.

Poupança tem retirada líquida de R$ 5,467 bilhões em agosto

Fusões & Aquisições batem recorde de negócios no Brasil

Especialista analisa o bom momento do setor. Confira a entrevista!

Fusões & Aquisições batem recorde de negócios no Brasil

Empreendedorismo por meio de microfranquias é a oportunidade de crescimento do país

Quantas vezes, na escola, se estudou sobre finanças, administração ou marketing?

Empreendedorismo por meio de microfranquias é a oportunidade de crescimento do país

Docol anuncia construção de nova fábrica em MG

No seu aniversário de 65 anos, a empresa catarinense, anuncia plano de expansão de R$ 500 milhões em louças e metais sanitários.


Receita adia para 30 de setembro prazo de regularização do MEI

Data limite para não entrar na dívida ativa acabaria nesta terça-feira

Receita adia para 30 de setembro prazo de regularização do MEI

Sebrae Minas e BDMG oferecerão linhas de crédito para micro e pequenas empresas

Parceria inédita vai facilitar acesso a crédito a empreendedores mineiros.

Sebrae Minas e BDMG oferecerão linhas de crédito para micro e pequenas empresas

Percepção de valor pelo cliente. E será que cliente sabe o que ele quer?

Quanto vale a satisfação de um sonho realizado, uma experiência bem vivida, ou a cura de uma dor física ou emocional.

Percepção de valor pelo cliente. E será que cliente sabe o que ele quer?

Brasil cria 316 mil postos de trabalho formal em julho

País registra saldo positivo de 1.848.304 empregos gerados em 2021.

Brasil cria 316 mil postos de trabalho formal em julho