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ChildFund Brasil: 56 anos atuando pelos direitos e desenvolvimento das crianças

ChildFund Brasil: 56 anos atuando pelos direitos e desenvolvimento das crianças

02/09/2022 Joyce Mara

Além do trabalho assistencial e de desenvolvimento social, organização contribui com a instituição de políticas públicas.

O ChildFund Brasil celebra 56 anos de atuação com foco na erradicação da pobreza e na melhoria da vida de crianças, adolescentes e jovens brasileiros em situação de vulnerabilidade social, assim como de suas famílias e comunidades. Nosso trabalho impactou, em 2021, 113 mil pessoas, direta e indiretamente, sendo 58 mil crianças e jovens de 769 comunidades de 55 municípios brasileiros. Fomos eleitos por três vezes (2018, 2019 e 2021), a melhor ONG para crianças e adolescentes do país, pelo Prêmio Melhores ONGs.

Ao longo desses anos, a nossa organização precisou se transformar. Além do trabalho assistencial e de desenvolvimento social, passamos a contribuir com a instituição de políticas públicas, participando ativamente da elaboração de leis, como o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), em 1990, e, mais recentemente, com o Maio Laranja, sancionado este ano pelo governo federal, dedicado ao combate à violência sexual contra crianças e adolescentes.

Porém, ainda há muito a ser feito. Nos últimos anos, o mundo viu aumentar o número de famílias em extrema pobreza, principalmente em razão da pandemia de Covid-19. São famílias que vivem com menos de US$ 1,90 ao dia. No Brasil, não foi diferente. Para se ter uma dimensão do problema, até agosto de 2022, o país tinha mais de 20 milhões de famílias inscritas no Cadastro Único, registro necessário para se ter acesso ao programa social Auxílio Brasil.

O Boletim Desigualdade nas Metrópoles aponta que, entre 2014 e 2021, a taxa de extrema pobreza mais que dobrou nas metrópoles brasileiras, chegando a 5,2 milhões de pessoas (6,3%). Para 2022, o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) estima uma queda na extrema pobreza para 4,1%. E as crianças são profundamente afetadas por essa situação, crescendo com poucas condições de melhorar as condições de vida de suas famílias no futuro.

A atuação do poder público e de organizações não governamentais, contudo, não bastam. Transformar a realidade exige também a participação da sociedade civil, que pode contribuir de diferentes formas. No ChildFund Brasil, resultados não seriam possíveis sem a participação de todos, principalmente dos voluntários. E aqui, não estamos falando apenas daqueles que estão na ponta, na comunidade, colocando em prática nossos projetos. Contamos, também, com aqueles que contribuem apadrinhando uma criança e dispensando atenção e afeto, que são essenciais para o pleno desenvolvimento dela.

Temos, ainda, as empresas parceiras alinhadas às práticas ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG, na sigla em inglês). No ChildFund Brasil o “S” é fundamental, sendo uma referência no Terceiro Setor, mesmo antes do conceito ESG ser incorporado pela sociedade.

Um mundo em que todas as crianças e adolescentes tenham seus direitos respeitados e atinjam seu potencial. É para isso que trabalhamos há quase 60 anos no Brasil. Nossa meta até 2030 é alcançar cerca de cinco milhões de crianças e seus familiares no território brasileiro. Meta que somente será possível atingir se tivermos ao nosso lado a sociedade civil, governos, iniciativa privada e instituições parceiras para transformar, de maneira sustentável e efetiva, a realidade de brasileiros -- crianças e suas famílias, destacadamente -- submetidos a privações e em estado de vulnerabilidade financeira e social.

Texto: Joyce Mara - Gerente Sênior de Pessoas & Cultura do Brasil, Bolívia e Equador

Para mais informações sobre pobreza clique aqui.

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Fonte: WGO Comunicação



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