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Dor: não apenas alívio, mas cura!

Dor: não apenas alívio, mas cura!

27/10/2016 Valerie Minard

Durante a recente Olimpíada, talvez você tenha notado algo diferente no campeão medalhista de ouro, Michael Phelps.

Dor: não apenas alívio, mas cura!

Tanto ele, como alguns outros atletas, tinham uma série de círculos vermelhos no corpo. Essas marcas eram o resultado de uma técnica de relaxamento muscular com o uso de “ventosas”: um antigo tratamento chinês de medicina alternativa, usado para eliminar a dor.

Mas uma revisão criteriosa dos 135 estudos sobre esse sistema de ventosas descobriu que as ventosas “não produziam nenhum benefício para os casos de dores musculares”. Alguns especialistas acreditam que esse tratamento talvez funcione da mesma maneira que um placebo.

Embora as ventosas e outras formas alternativas de medicina possam parecer uma escolha melhor do que analgésicos que causam dependência, se eles são placebos, isso não aponta para a natureza mental da saúde? Essa é a conclusão a que a pesquisadora no campo da saúde e teóloga cristã Mary Baker Eddy chegou. Ela escreve em seu livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras: “O efeito da mente mortal sobre a saúde e a felicidade se vê nisto: se desviamos do corpo nossa atenção com interesse tão absorvente a ponto de esquecer o corpo, este não sente dor”.

Eddy levou essa constatação um passo além. Descobriu que, se levarmos em conta que o pensamento afeta o corpo, o fato de alinharmos o pensamento espiritualmente com a Verdade e o Amor divinos pode nos trazer cura e libertação completa da dor.

Foi isso o que Jenna Mehlenbacher vivenciou quando participava de competições de natação como estudante do 2º ano da faculdade. Ela não tinha nenhum problema com a maioria das braçadas, nas várias modalidades. Mas quando se tratava do nado borboleta por mais de 40 metros, ela sentia dor nas costas.

Mas, na faculdade, o treinador lhe ofereceu uma solução diferente. “Posso ajudar você a corrigir sua braçada, mas também podemos pensar sobre isso espiritualmente”, disse ele. Referindo-se às ideias que ele havia aprendido com o sistema de cura espiritual de Eddy, ele disse: “[Esse problema nas costas] não faz parte de sua identidade espiritual”. Ele se referia ao fato de que Jenna era uma ideia espiritual de Deus. Uma das maneiras pelas quais ela expressava a Deus era por meio da natação e que o medo da dor nas costas não tinha nenhum poder para causar-lhe dano. Depois dessa conversa, Jenna descobriu que suas expectativas haviam mudado. Ela compreendeu que não precisava ter a expectativa de sofrer.

Quando veio a oportunidade de nadar os 150 metros borboleta, durante a competição sentiu dor nas costas. Mas se lembrou de que era espiritual e amada por Deus. “Ative-me aos pensamentos de força, poder, alegria e liberdade ilimitados”, disse Jenna. “Também que, [como filha de Deus] não poderia ser impedida de expressar essas qualidades”. Seu pensamento passou do medo à gratidão. Terminou a competição energizada e sem dor nas costas. Nunca mais teve problema de dor nas costas.

A libertação da dor, como Jenna descobriu, é possível por meios espirituais. Ela acontece quando compreendemos que o Amor divino nunca criou nenhum de Seus filhos para sofrer, em vez disso, nos dá força, poder, alegria e libertação das limitações.

* Valerie Minard escreve sobre a conexão entre a consciência, a espiritualidade e a saúde. Ela é Comitê de Publicação da Ciência Cristã em Nova Jérsei, Estados Unidos. Contato no Brasil: [email protected]

Publicado originalmente no MyCentralJersey.



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