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Isolamento social e atividade física

Isolamento social e atividade física

23/04/2020 Divulgação

Cada indivíduo deve respeitar as condições e o limite de seu corpo e se atentar às condições de segurança dos materiais e do espaço.

Isolamento social e atividade física

A vida vai, a vida vem, e com ela os afazeres diários da rotina: trabalho, família, lazer, estudos, atividade física. Tudo isso muito bem programado e organizado dentro dos horários normalmente apertados, mas que de forma planejada, vão acontecendo.

Eis que o mundo gira rapidamente e, em pouco tempo, por conta da pandemia de Covid-19, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o isolamento social e tudo isso se altera: trabalho em home office, filhos em casa, faculdade suspensa, cinemas, parques e academias fechadas.

Num primeiro momento, a impressão que se tem é de que ficando em casa as coisas poderão ser mais fáceis. Ledo engano, pois, se por um lado, o isolamento social proporciona mais condições para o alongamento da curva no período de transmissão, o que se faz necessário; por outro lado, a desorganização da rotina dos indivíduos e suas famílias ajudam na alteração do humor, podendo interferir na saúde mental das pessoas.

Sabemos que é necessária uma organização e planejamento desse tempo de isolamento para que se mantenha o máximo possível a qualidade de vida, a produção e a saúde física e mental dos indivíduos. Estabelecer rotinas das atividades pode ajudar. Para além do trabalho e dos estudos, faz-se necessário ainda um cuidado com você. Incluir leituras, filmes, séries, tempo com a família e atividades físicas vão ajudar a minimizar as situações de estresse que podem ocorrer em função de todas as mudanças repentinas.

Vamos nos atentar aqui a um desses fatores, a atividade física. Aqueles que já têm uma rotina semanal de atividades em sua programação vão sentir falta rapidamente e o corpo dará sinais da não realização dessas práticas. Cabe então, nesse caso, a adaptação e um planejamento de atividades físicas que aproximem ao máximo possível da realizada em períodos normais. Vale, inclusive, contato com seu professor para o auxílio e orientações para essas atividades. Aqueles que não incluem em períodos normais a atividade física em suas rotinas deverão nesse momento se atentar para a inclusão de atividades que auxiliem de forma positiva nesse período de permanência em casa.

Sugerimos atividades mais leves como alongamento, relaxamento, exercícios de fortalecimento muscular, abdominais, polichinelo, agachamentos, saltos e flexões, sendo esses alguns dos exercícios que podem ser realizados individualmente e com materiais que temos em casa, como cadeira, banco, almofada, toalhas etc.

Cada indivíduo deve respeitar as condições e o limite de seu corpo e se atentar às condições de segurança dos materiais e do espaço. A OMS recomenda 150 minutos de atividade física de intensidade moderada ou 75 minutos de intensidade elevada por semana para adultos. É possível manter-se ativo, mesmo estando confinado em casa, basta interesse e disposição.

Lembro ainda que várias academias, instituições de ensino, programas e canais das redes sociais estão com uma intensa programação virtual diariamente, com atividades corporais para todas as idades, desenvolvidas e orientadas por professores de educação física.

É momento de ação e movimento, mesmo que em casa. Vai passar e vamos sair juntos dessa e se possível, melhor do que entramos. Fique em casa!

Texto: João Antonio Rufato - professor nos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física do Centro Universitário Internacional Uninter.    

Fonte: Uninter



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