Portal O Debate
Grupo WhatsApp

Os pilares da vida urbana no pós-pandemia

Os pilares da vida urbana no pós-pandemia

25/02/2021 Paulo Hansted

A incerteza e a instabilidade nos obrigaram a fazer uma revisão na relação com tudo o que dá sentido as nossas vidas.

Os pilares da vida urbana no pós-pandemia

Na indústria das smart cities, conceito urbano que tem sido utilizado com frequência nos últimos anos para diretrizes urbanas focadas em sustentabilidade e funcionalidade, há um ramo focado na interatividade nos grandes centros urbanos. Cidades interativas que propõe uma relação ainda mais próxima com a sua população. Enquanto o conceito smart cities diz respeito à tecnologia aplicada à infraestrutura (trânsito, energia, construções mais sustentáveis, segurança, entre outros), as cidades interativas focam na relação das pessoas com o espaço urbano, colocando o ser humano em primeiro lugar.

Os próximos anos, motivados pela pandemia que paralisou as nossas vidas por um bom tempo, serão de muita reflexão sobre os nossos valores e, principalmente, sobre o nosso papel na sociedade. A incerteza e a instabilidade nos obrigaram a fazer uma revisão na relação com tudo o que dá sentido as nossas vidas.  Pessoas, trabalho, o que nos faz feliz ou não, e até mesmo a cidade em que vivemos. Analisando todos esses aspectos, dos conceitos relacionados as cidades interativas até o nosso papel social, chegamos aos alicerces que irão nortear nossa vida em grandes centros urbanos no pós-pandemia.

Uma coisa é certa: A tecnologia será protagonista destas evoluções e a importância de humaniza-la será essencial para reinventar a relação das pessoas com o ambiente urbano. Estimular o reencontro no mundo real, a recuperação da autoestima, a descoberta de coisas que sempre estiveram ali, mas nunca demos muito valor, e por consequência disto tudo, a retomada do comércio, economia e prosperidade de forma socialmente mais responsável.

1 – Tempo/Conveniência: as experiências trazidas pela pandemia mostram que as pessoas estão buscando ganhar tempo. A conveniência vai ganhar um valor muito forte. As pessoas estarão dispostas a pagar mais por coisas que as fazem ganhar tempo para usá-lo, seja de forma mais produtiva ou no que dá mais sentido às suas vidas. Os aplicativos de delivery, por exemplo, chegaram para ficar.

2 – Raízes/Pertencimento: a pandemia mudou a relação com as nossas raízes. A cabeça estava sempre pensando no amanhã, no que eu podia fazer mais. Desde então, houve valorização de negócios locais, mais conexão com os vizinhos e ampliação do sentimento de pertencimento ao bairro ou à origem.

3 – Esperança/Solidariedade: muitas pessoas adotaram espírito solidário, tentando ajudar mais, ser mais participativo na sociedade. Nós percebemos que nossa atitude implica em tudo aquilo que nos cerca.

4 – Humanidade: houve disposição para usar a tecnologia como um mecanismo para valorizar as conexões humanas, resgatando amigos/pessoas que não eram procuradas há anos, além de uma tentativa de ter mais tempos com a família ou amigos.

5 – Casa: o ambiente onde nós estamos ganhou um valor sem precedentes. Houve uma reorganização maior da percepção da casa em função do home office, já que as pessoas estão passando mais tempo em suas casas. A percepção de valor, de segurança e de importância destes espaços se ampliou. É meu lugar de abrigo, mas também onde trabalho.

6 – Felicidade: as pessoas passaram a buscar aquilo que faz sentido para suas próprias vidas. Tínhamos perdido a conexão com isso. Vivíamos na inércia. Houve uma percepção de que a felicidade está em coisas pequenas ou próximas e haverá mais valorização de fatores que estavam esquecidos.

* Paulo Hansted é CEO do MCities, startup com foco em inovação, comunicação e inteligência urbana.

Para adquirir produtos para Casa, Jardim e Limpeza clique aqui...

Fonte: P+G Comunicação Integrada




Aprenda a melhorar o relacionamento com idosos com Alzheimer

A cada 3,2 segundos um novo caso de demência é detectado no mundo e saber lidar com as etapas desse momento pode contribuir para qualidade de vida do idoso.

Aprenda a melhorar o relacionamento com idosos com Alzheimer

Covid-19 pode desenvolver perda de cabelo?

Queixa é comum de pacientes após infecção. Fátima Tubini, especialista em dermatologia, explica possíveis relações.

Covid-19 pode desenvolver perda de cabelo?

É preciso discutir sobre o autismo

Criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), o dia 02 de abril é o Dia Mundial da Conscientização do Autismo.

É preciso discutir sobre o autismo

O mundo depois do túmulo vazio

Será que originalmente a ressurreição poderia ter sido encarada como um fenômeno não físico?

O mundo depois do túmulo vazio

E eis que tudo se fez novo!

Na manhã daquele Bendito Domingo da Páscoa, Maria Madalena vai, logo cedo, ao túmulo, onde se tinha colocado o Santíssimo corpo de Jesus.

E eis que tudo se fez novo!

Por que jovens têm cabelos brancos?

Fatores genéticos podem ter relação com a condição precoce, que merece investigação para descartar doenças autoimunes ou na tireoide.

Por que jovens têm cabelos brancos?

A vida não termina no calvário!

A Semana Santa inicia com o Domingo de Ramos, quando Jesus entra em Jerusalém e é saudado pelo povo como rei.

A vida não termina no calvário!

Home care de idosos é desafio na pandemia

Ao completar um ano de distanciamento social, os brasileiros aprenderam o valor da autonomia e da liberdade.

Home care de idosos é desafio na pandemia

Cuidados com a beleza na terceira idade que começam em casa

Idade não é sinônimo para não se preocupar com a aparência e autoestima!

Cuidados com a beleza na terceira idade que começam em casa

Confira dicas de saúde para tornar a vida dos idosos mais ativa e saudável

Para manter o equilíbrio entre alimentação e atividade física são imprescindíveis um envelhecimento com qualidade de vida.

Confira dicas de saúde para tornar a vida dos idosos mais ativa e saudável

Sedentarismo aumentou 43% durante a pandemia

Restrições à prática de atividade física elevaram de 35 para 50% a parcela da população que não se exercita, aponta pesquisa.

Sedentarismo aumentou 43% durante a pandemia

As quedas são responsáveis pela diminuição da qualidade de vida dos idosos

O momento de reclusão provocada pela pandemia da COVID-19 simboliza um risco a mobilidade, fator que pode aumentar as quedas.

As quedas são responsáveis pela diminuição da qualidade de vida dos idosos