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Cuidado com as dívidas de fim de ano

Cuidado com as dívidas de fim de ano

16/12/2015 Dora Ramos

Chegou a época do ano em que somos bombardeados por inúmeros convites que incentivam o consumo.

São comerciais de televisão e rádio, banners na internet e outdoors nas ruas, tudo exala a necessidade de adquirir determinado produto.

Só que as pessoas, muitas vezes, se esquecem de fazer as contas para o ano que vem, com gastos inadiáveis como IPVA, IPTU e matrícula escolar dos filhos.

Devido à facilidade oferecida, o consumidor, quase sempre, opta por parcelar as compras no cartão crédito. Embora não haja cobrança de juros, a divisão em valores menores acarreta uma grande quantidade de parcelas.

Ou seja, a compra dos presentes em dezembro será quitada apenas em julho, agosto ou até depois. Será que isso vale mesmo a pena?

Sem contar que, com uma renda extra do 13º salário, todos têm por costume participar dos famosos amigos secretos, além dos presentes para familiares e amigos, e acabam gastando mais do que seu poder de compra permite.

Organizar as finanças e controlar o impulso na hora das compras, principalmente as de Natal, são dois passos essenciais para quem deseja entrar em 2016 livre das dívidas e sem que o cartão de crédito esteja sobrecarregado.

Fazer questionamentos do tipo "Eu realmente preciso desse produto?", "Isso é imprescindível neste momento?” e "Quanto tempo posso ficar sem essa mercadoria?" já é um exercício que ajuda na definição das prioridades.

Ter consciência de que medidas devem ser tomadas para que, aos poucos, as coisas se ajustem é de suma importância.

O ideal é fazer uma planilha de gastos e, a partir disso, iniciar o corte de atividades supérfluas – aquela viagem de fim de ano pode ser adiada; aquela pizza não é tão essencial assim durante a semana; seu cachorro pode sobreviver sem aquele brinquedinho; e seu cabelo (principalmente, o feminino) com certeza não precisa visitar o salão de beleza com tanta frequência nesta época.

Outro fator fundamental é identificar a diferença básica entre dinheiro para gastar e crédito. Se uma pessoa recebe, por exemplo, um salário de R$ 3 mil, ela pode obter até R$ 9 mil em crédito apenas visitando três agências de diferentes bancos.

A questão é: como será possível, com um rendimento desses, pagar essa dívida, mesmo que em muitas e pequenas parcelas? É praticamente impossível, já que os juros podem se tornar uma bola de neve, capaz de acabar com a saúde financeira de qualquer pessoa!

Além disso, é importante esboçar o orçamento. O recomendável é que esse planejamento seja feito desde os primeiros meses, para que assim haja uma “gordura extra” para esta época de gastos maiores.

Ainda são poucos os que possuem algum investimento de longo prazo, muito por conta da baixa taxa de rendimento e os baixos salários. Esses fatores são sempre citados como empecilhos por quem não consegue poupar, mas também há fatores comportamentais.

É fundamental enxergar na poupança um bom investimento, que, dependendo da administração, pode trazer lucro, sem falar que ter uma reserva é fundamental para quitar eventuais emergências, não se complicando financeiramente.

Faça os cálculos, anote detalhadamente todos os gastos e veja quanto a soma de todas as suas parcelas pode comprometer o seu orçamento.

Dessa forma, será possível dimensionar as dívidas e evitar que contas inesperadas vençam sem que possa pagá-las, acarretando juros, multas e outras complicações. Afinal, nunca é bom ser pego desprevenido!

* Dora Ramos é educadora financeira, especialista em contabilidade e diretora da Fharos Contabilidade & Gestão Empresarial.



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