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Esta não foi a eleição das redes sociais

Esta não foi a eleição das redes sociais

05/12/2020 Osmar Bria

As redes sociais sem dúvida são ótimas para gerar curiosidade e simpatia.

Esta não foi a eleição das redes sociais

As eleições municipais de 2020 não foram as eleições das redes sociais, assim como previsto no artigo “O mito das redes sociais nas eleições 2020”, divulgado durante a pré-campanha. Imaginar que uma rede de relacionamento social iria, por si só, gerar votos era, no mínimo, previsível de não acontecer na realidade.

É claro que acreditar nisso era um conforto para a maioria dos candidatos, afinal, é mais barato e dá menos trabalho. O envolvimento gerado é virtual, ou seja, não garante necessariamente um relacionamento forte capaz de ser convertido em voto. Política é relacionamento; eleição é voto na urna.

As redes sociais sem dúvida são ótimas para gerar curiosidade e simpatia. Mesmo assim, é fundamental lembrar que grande parte dos eleitores detesta a política ou os próprios políticos. Por isso, para usar as redes sociais é necessário ter uma estratégia definida e conhecimento sobre o público que deseja alcançar. Não adianta acreditar que uma postagem vai atingir milhares de pessoas sozinha. Para isso são necessários vários fatores, e muitos deles não estão no controle do candidato.

O voto não é um produto atraente ao consumidor. Ele nasce da palavra compromisso. Em 90% dos casos, o voto nasce de um comprometimento assumido entre duas pessoas que confiam uma na outra, na maioria das vezes em favor de uma terceira. Assim vão se formando as “ondas eleitorais”, que podem ser chamadas de efeito de ressonância.

Durante a participação em campanhas de todas as partes do Brasil, foi possível acompanhar diferentes candidatos focados nas redes com trabalhos altamente técnicos e abrangentes, desde aqueles com pouca presença virtual até os de muito impacto com milhares de seguidores. O resultado foi que a maioria dos que apostaram nas redes como carro-chefe da sua candidatura acabaram sendo derrotados nas urnas.

O olho a olho e as redes individuais de relacionamento fizeram a diferença nessas eleições. Um líder que inspira a sua equipe, seus coordenadores, é justamente uma pessoa que cria a sensação de pertencimento nos seguidores. Assim, os objetivos entre ambas as partes ficam alinhados.

Por enquanto, vencer as eleições com as redes sociais ainda fica restrito para as grandes campanhas, onde as opções são menores. Os candidatos proporcionais, como deputados, vereadores e prefeituras até 50 mil habitantes, precisam investir no treinamento de equipe e em suas próprias características de liderança com inteligência emocional. Os resultados recentes das eleições municipais são uma prova disso.

* Osmar Bria é autor dos livros “A Fórmula do Voto” e “Mulher, Emoção e Voto”. Realiza treinamentos com partidos e candidatos de todo o país.

Fonte: Conversa Comunicação



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