Portal O Debate
Grupo WhatsApp


E-commerce nos tempos de COVID 19

E-commerce nos tempos de COVID 19

19/05/2020 Marcelo Coletta

O que as empresas podem fazer para manter a operação funcionando?

No começo de 2020, se alguém apostasse que esse seria o ano do e-commerce, poucos teriam motivos para duvidar. Afinal de contas, não é de hoje que o comércio virtual está ganhando a atenção do público.

O que ninguém sabia é que esse avanço seria alavancado por uma crise global sem precedentes: com a pandemia do novo COVID 19, as vendas on-line estão crescendo em taxas extremamente aceleradas.

De acordo com estudos da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), as vendas do varejo on-line cresceram de maneira bastante sólida durante o mês de março, quando as medidas de isolamento e distanciamento social começaram a ganhar espaço em todo o País.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, o setor registrou alta de mais de 30% no número de pedidos e cresceu 28% em faturamento.

Levantamentos de mercado indicam que o número de clientes do e-commerce também teve uma alta considerável. Cerca de 12% dos consumidores que fizeram ao menos uma compra on-line durante a crise da COVID 19 nunca tinha realizado uma transação desse tipo no passado.

Isso significa que uma nova geração de clientes está surgindo. E que a cultura do comércio virtual poderá conquistar de vez seu espaço, mudando o comportamento dos clientes até mesmo em segmentos mais tradicionais, como o de supermercados, vendas de carnes, hortifruti e muito mais.

A dúvida, porém, é como manter as operações funcionando de maneira eficiente. Será que a estrutura das organizações está pronta para acompanhar esse crescimento avassalador do ritmo de compras?

Essa é uma pergunta essencial para o momento, já que a experiência do consumidor será fundamental para sua fidelidade, mesmo após o fim da pandemia.

Nesse cenário, evidentemente, é preciso considerar pontos como a operação logística e de atendimento, e uma vertente essencial para o sucesso dos negócios: a tecnologia.

Sem dúvida, o momento é desafiador para a maioria das lojas virtuais, principalmente no que se refere ao monitoramento de performance de suas aplicações para o gerenciamento do processo como um todo.

A infraestrutura de TI, hoje, é uma questão indissociável do avanço do e-commerce. Afinal, estamos falando da capacidade de receber e atender clientes no site ou aplicativo de vendas e de oferecer suporte para que esses consumidores consigam tirar suas dúvidas e finalizar suas compras.

O funcionamento das lojas virtuais exige sistemas estáveis mesmo com o grande número de visitantes simultâneos e, além disso, rapidez para tornar a experiência de consumo mais agradável quanto possível.

Mas esses não são os únicos motivos que tornam a tecnologia fundamental para sustentar o crescimento atual (e futuro) das vendas on-line.

O suporte tecnológico de um e-commerce é, sem dúvida, um pilar vital da execução de processos de segurança e de gestão interna dos negócios.

Monitorar o que acontece com a área de TI é entender como está a performance do faturamento, a operação logística, a segurança das informações e, ainda, o que pode ser melhorado para se vender ainda mais.

Vale destacar que uma loja virtual precisa lidar constantemente com o risco frequente de falhas – oscilações de conexão com a Internet, instabilidade de sistemas, conflitos de aplicações etc.

Essas ocorrências, contudo, significam muito mais do que uma simples pausa, com potencial para causar perda de clientes e até mesmo crises de reputação. Ou seja, quanto mais as interrupções ocorrerem e demorarem a ser resolvidas, maiores serão os problemas.

Para evitar isso, é fundamental que as companhias invistam em soluções de tecnologia com inteligência e suporte especializado, e que permitam a tomada de decisão com agilidade.

Como a própria pandemia do novo COVID 19 tem insistido em provar, ninguém está imune aos imprevistos e riscos que ainda estão por vir. É evidente que estamos vivendo um cenário atípico, mas ele tem muito a nos ensinar.

No entanto, em qualquer situação, terá mais sucesso quem estiver atento às estruturas e bases que permitem o funcionamento eficiente dos canais digitais.

Resta saber, apenas, quais empresas estarão aptas a monitorar seus ambientes de maneira inteligente, utilizando softwares autônomos, para que a iniciativa de monitoração, não se torne mais uma despesa desnecessária nesse momento.

Fazer mais com menos, é o grande diferencial para manter as operações funcionando corretamente provendo experiências personalizadas aos seus clientes.

* Marcelo Coletta é Sales Engineering Manager da Dynatrace.

Fonte: PLANIN



Como cuidar do fluxo de caixa pós-pandemia

Lembrando que o poder de compra dos clientes e dos potenciais clientes também deve mudar.


Sucesso nos negócios: estratégia ou acaso?

Embora sejam simples, as estratégias não são simplistas, e a maioria avassaladora das empresas brasileiras não possui esse tipo de direcionamento.

Sucesso nos negócios: estratégia ou acaso?


Acredite, 2020 será o melhor ano da vida de muitas pessoas

Independente do cenário, muitas pessoas estão fazendo dinheiro como nunca. E a causa primária disso é a Internet.


O momento pede revisão na estratégia para manutenções

Como essa nova realidade mundial enfrentada pelo coronavírus impõe mudanças na estratégia de gestão dos ativos.


Economia brasileira recua 1,5% no primeiro trimestre

Resultado foi afetado pelo novo coronavírus e isolamento social.

Economia brasileira recua 1,5% no primeiro trimestre

O engajamento dos colaboradores em um mundo colocado à força em home office

É fato que muitas empresas, no Brasil e no mundo, já tinham essa como uma prática regular.

O engajamento dos colaboradores em um mundo colocado à força em home office

Pesquisa mostra consumo mais consciente e compromisso com a sustentabilidade

61% dos consumidores esperam que as marcas que compram tenham práticas claras de sustentabilidade.


Coronavírus provoca a maior queda da história na intenção de consumo das famílias

ICF cai 13,1% em segunda retração mensal consecutiva e atinge menor nível desde novembro de 2017.

Coronavírus provoca a maior queda da história na intenção de consumo das famílias

A hipótese das três crises

Ao colocar as pessoas em isolamento social, a pandemia do coronavírus gerou uma crise múltipla.


Shopping Centers – O desafio da reinvenção

Há a necessidade de ir mais além, mergulhar no íntimo do conhecimento do nosso cliente, usar definitivamente o que se aprendeu nos bancos da universidade - a antropologia do consumo, o atendimento personalizado, ir além.


Produtores do Cerrado fazem primeira venda coletiva de queijo minas artesanal

Produtores da Aprocer comercializam 450 quilos de queijo a um valor superior ao que vinha sendo negociado regionalmente.

Produtores do Cerrado fazem primeira venda coletiva de queijo minas artesanal