Portal O Debate
Grupo WhatsApp

O que as startups focadas em varejo tem a ensinar ao mercado

O que as startups focadas em varejo tem a ensinar ao mercado

17/12/2021 Douglas Pena

A pandemia, como um catalisador de processos, apresentou ao mercado soluções mais completas e dinâmicas.

O que as startups focadas em varejo tem a ensinar ao mercado

Os números robustos que o biênio 2020-2021 traz sobre o setor de lojas de conveniência podem até ter como resultado os efeitos da pandemia, mas é, sobretudo, reflexo de um movimento que já vinha e ganhou, ao longo destes dois últimos anos, ainda mais projeção. Durante este período, o crescimento de 11,6% ao redor do mundo, segundo um levantamento realizado pela consultoria Ascential Retail, elencou a categoria como a terceira maior do varejo em 2020 e nos instiga a entender o que é que motivou tal destaque em tão pouco tempo. 

Não é possível dissociar que os novos hábitos e necessidades que surgiram em decorrência do vírus forçaram uma adaptação do mercado, que encontrou soluções criativas para as demandas vigentes. Mas há também um outro fator a se ponderar: a proposta da conveniência já vinha se adequando às necessidades do cliente que, cada vez mais, procura por praticidade e rapidez em sua rotina. Das compras por ‘um clique’, realizadas na palma da mão, às lojas de conveniência, no caminho para casa ou trabalho e que concentra um leque bom de produtos do dia a dia, a ordem era tornar a experiência a mais prática possível. 

A experiência sem atrito, que então já era uma realidade para alguns, revelou-se a toda sociedade uma solução que de fato trazia um efeito imediato: com as restrições impostas pela pandemia, esse formato de negócio evitou o contato com pessoas. Dentro de casa, isoladas e sem poder ir a restaurantes e bares, ficou também a cargo do brasileiro ser criativo com o que iria comer e beber. Adquirir ingredientes passou a ser então fundamental e a comodidade e praticidade em tê-los sempre à mão possibilitou, em consequência, que o comércio da vizinhança sobrevivesse. O consumo de forma mais fragmentada, sem fazer grandes estoques, impulsionou o setor de conveniência, que se tornou logo uma extensão de casa.   

A pandemia, como um catalisador de processos, apresentou ao mercado soluções mais completas e dinâmicas. A necessidade por mais comodidade, praticidade e rapidez, reestruturou o setor e impulsionou o surgimento de negócios cada vez mais alinhados a esta proposta. A conveniência, rapidamente associada às lojas em postos de gasolina, conquistou novos espaços, ganhou um ar mais tecnológico e versátil e foi muito bem recebida até mesmo dentro dos próprios condomínios residenciais. Em um canto estratégico do prédio ou em containers, o mini mercado trouxe, ainda, mais um diferencial frente a toda concorrência do setor: a segurança por não precisar sair de casa. 

Somado a tecnologia que as startups trazem, a experiência sem atrito se somou ao pagamento sem contato, um bônus para quem procura por agilidade. Os novos negócios dispensam a necessidade de atendimento presencial ao operar por meio de uma tecnologia baseada em um sistema de selfie check-out disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. O cliente escolhe os produtos que deseja adquirir, escaneia o código de barras e finaliza a compra com um pagamento via aplicativo do celular. A cobrança é feita no cartão de crédito cadastrado de maneira totalmente automática. É, portanto, um sistema intuitivo que mescla a experiência da compra presencial com a praticidade do controle na palma das mãos. 

O setor de conveniência cresceu, mas foi o nicho de lojas autônomas que alavancou e trouxe a solução para os desafios atuais -e neste caso, não só o pandêmico, mas de toda uma geração ávida por praticidade e velocidade. A “hiperproximidade” associada à inteligência artificial favoreceu esta expansão e deu luz às possibilidades de mudanças que todo o varejo pode incorporar para se transformar e acompanhar o ritmo de mudanças inerentes à sociedade. Se ainda há quem resista aos progressos, os dois últimos anos deixaram claro que, para atender o novo perfil do consumidor, é preciso torná-lo protagonista no centro desse negócio, não apenas para gerar vendas, mas para uma fidelização à marca. Para tanto, se faz urgente entregar praticidade. 

* Douglas Pena é CRO da Minha Quitandinha, rede de minimercado autônomo que leva praticidade e segurança a condomínios residenciais e comerciais.

Para mais informações sobre Startups clique aqui...

Publique seu texto em nosso site que o Google vai te achar!

Fonte: Markable



Startup cresce mais de 300% conectando “talentos tech” com empresas

Growyx foi fundada em 2021 e já conta com mais de 20 mil profissionais cadastrados na plataforma.

Autor: Divulgação

Startup cresce mais de 300% conectando “talentos tech” com empresas

Startup paulista propõe o uso de drones para erradicar o mosquito da dengue

O projeto teve apoio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE).

Autor: Divulgação

Startup paulista propõe o uso de drones para erradicar o mosquito da dengue

Os insights que a crise dos investimentos trouxe para as startups

Cada crise é única, e as lições aprendidas podem variar dependendo da natureza e do alcance da crise.

Autor: Rafael Kenji Hamada

Os insights que a crise dos investimentos trouxe para as startups

Como criar uma equipe poderosa para sua startup

Contar com uma equipe poderosa, que ajude a construir o crescimento da empresa, é o sonho de qualquer empreendedor.

Autor: Divulgação

Como criar uma equipe poderosa para sua startup

Startup mineira facilita contratos com órgãos públicos

Licitei, parte do portfólio da Dome Ventures, acaba de ganhar aporte de 150 mil dólares da Microsoft.

Autor: Diogo Catão

Startup mineira facilita contratos com órgãos públicos

Você tem perfil para ser CEO de startup?

Características importantes para quem pretende iniciar um modelo de negócio.

Autor: Marilucia Silva Pertile

Você tem perfil para ser CEO de startup?

Cinco dicas para uma startup conquistar sucesso em 2024

Com a proximidade de um novo ano, empreendedores podem aproveitar para dar um novo gás aos seus negócios.

Autor: Marilucia Silva Pertile

Cinco dicas para uma startup conquistar sucesso em 2024

Mortalidade de startups cresce em 2023: como reverter esse cenário?

O importante é que busquem o apoio de uma consultoria especializada no tema para que identifiquem a melhor opção conforme sua realidade e objetivos e se estruturem da melhor formato possível.

Autor: Alexandre Pierro

Mortalidade de startups cresce em 2023: como reverter esse cenário?

4 dicas jurídicas para abrir e manter startups

Inovar e criar soluções tecnológicas para diversos tipos de segmentos são um dos principais objetivos de uma startup.

Autor: Patrícia Zanlorenci

4 dicas jurídicas para abrir e manter startups

Como estar preparado e aumentar ganhos na captação de investimentos?

Atingir o status de unicórnio é o sonho de muitas startups, mas o caminho até lá não é nada simples.

Autor: Gustavo Michel Arbach

Como estar preparado e aumentar ganhos na captação de investimentos?

Startups iniciantes: o que saber antes de investir?

Existe uma diferença muito grande entre startups em fases iniciais, que também chamamos de early-stage, e companhias consolidadas, principalmente no que diz respeito ao risco do investimento.

Autor: Rafael Kenji Hamada

Startups iniciantes: o que saber antes de investir?

Startup de IA de Elon Musk lança plataforma rival do ChatGPT

A plataforma Grok, lançada pela xAI será disponibilizada inicialmente aos assinantes do X, antigo Twitter, e irá competir com o ChatGPT, que ainda domina o mercado.

Autor: Marcelo Crespo

Startup de IA de Elon Musk lança plataforma rival do ChatGPT