Portal O Debate
Grupo WhatsApp

Volta às aulas: como lidar com as “panelinhas” entre alunos?

Volta às aulas: como lidar com as “panelinhas” entre alunos?

17/02/2023 Helen Mavichian

Dicas para que professores e educadores promovam atividades que estimulem a interação entre todos os estudantes e o acolhimento em sala de aula.

Volta às aulas: como lidar com as “panelinhas” entre alunos?

A volta às aulas pode ser muito legal e divertida para algumas crianças por ser uma oportunidade de reencontrar os amigos, saber das novidades, conhecer os alunos novos e curtir brincadeiras. Porém, essa talvez não seja a realidade de todos os estudantes. Pode acontecer que alguns deles, em especial os novatos, não se sintam enturmados e acolhidos, situação que requer uma atenção especial de pais, responsáveis, professores, educadores  e equipe escolar.  

Um dos maiores desafios dos professores e educadores dentro da sala de aula é fazer com que todos os participantes da turma interajam e se conectem durante as atividades. Para criar um ambiente saudável e promover a integração da turma, principalmente dos alunos novos que podem por ventura se sentir deslocados e tímidos, é importante estimular o convívio e acolher a diversidade. 

Para isso, cabe aos responsáveis pelo ensino escolar pensar em alternativas como incentivar e propor atividades lúdicas de desenvolvimento e envolvimento entre ambas as partes. Além de lecionar de um jeito que deixe os estudantes mais à vontade para participar, é essencial incentivar brincadeiras e jogos que estimulem uma interação agradável e espontânea entre alunos, professores e auxiliares de sala.

Outro ponto de atenção é a formação das “panelinhas” e “grupinhos” em sala, o que pode causar inimizades ou fazer com que alguns estudantes possam se sentir rejeitados e até vivenciem alguma forma de bullying. Quando isso acontece, as crianças que ficaram de fora podem perder o interesse pelos estudos, chorar quando os pais os levam para escola e até apresentar queda no rendimento escolar. Então, é essencial que a equipe pedagógica crie atividades que reduzam o impacto negativo das panelinhas bem como orientem os familiares a estarem atentos a eventuais mudanças das crianças. 

Uma forma de evitar que isso aconteça é estimular a amizade nos intervalos, recreios, tempos livres e até fora do período escolar. Os professores podem, por exemplo, pedir atividades extracurriculares em grupo que devem ser cumpridas e realizadas em conjunto. Para melhorar a adaptação dos estudantes, também pode ser uma boa ideia realizar rodas de conversa, atividades ou apresentações que incluam a participação ou a presença dos pais. 

Todas essas alternativas trazem a leveza e a harmonia para a sala de aula, facilitam que a interação ocorra de um jeito mais descontraído e geram acolhimento para as crianças. Vale lembrar que as crianças passam muito tempo na escola e ainda estão em fase de desenvolvimento, então, todo esforço é válido para garantir que vivenciem boas experiências e cresçam com memórias de uma infância acolhedora.  

 * Helen Mavichian é psicoterapeuta especializada em crianças e adolescentes e Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Para mais informações sobre Volta às aulas clique aqui...

Publique seu texto em nosso site que o Google vai te achar!

Fonte: Hercog Comunicação



Os jovens e o trabalho

A responsabilidade de gerar filhos é algo muito sério porque pai e mãe possibilitam a encarnação de uma alma para evoluir no mundo material, o aquém.

Autor: Benedicto Ismael Camargo Dutra

Os jovens e o trabalho

O fim da geração nem-nem está na aprendizagem?

No labirinto complexo das políticas trabalhistas, há uma série de fatores que merecem nossa atenção.

Autor: Francisco de Assis Inocêncio

O fim da geração nem-nem está na aprendizagem?

A escola pública sob administração privada

O Estado do Paraná apresenta ao Brasil um novo formato de administração à rede escolar.

Autor: Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves


O compromisso das escolas privadas na educação antirracista

Alcançar o sucesso demanda comprometimento de faculdades e universidades com a formação inicial de professores.

Autor: Luana Tolentino

O compromisso das escolas privadas na educação antirracista

Inscrições abertas para os cursos de condutores de caminhões

A Fabet São Paulo está com inscrições abertas para três cursos avançados voltados a formação e aperfeiçoamento de condutores de caminhões.

Autor: Marcos Villela Hochreiter


Exercitando a empatia

No meu último ano de sala de aula, tive uma turma de quarto ano que se tornou muito querida.

Autor: Vanessa Nascimento

Exercitando a empatia

Conhecimento é combustível para a motivação

Não são incomuns as histórias de profissionais que, voluntariamente, trocam de emprego para ganhar menos do que em suas posições anteriores.

Autor: Yuri Trafane

Conhecimento é combustível para a motivação

Violência escolar: qual a causa e como solucionar

Comportamentos violentos nas escolas se intensificam cada dia mais, ou pelo menos a sua relevância tem ficado mais clara.

Autor: Felipe Lemos

Violência escolar: qual a causa e como solucionar

Todo dia é Dia da Educação

“A educação do homem começa no momento do seu nascimento; antes de falar, antes de entender, já se instrui.” Rousseau. “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.” Immanuel Kant.

Autor: Benedicto Ismael Camargo Dutra

Todo dia é Dia da Educação

A integração entre crianças no espaço escolar

A escola, mais do que um simples espaço de ensino, desempenha um papel essencial na formação social das crianças.

Autor: Michelle Norberto

A integração entre crianças no espaço escolar

Como dizer “oi em inglês” tem quase 50 mil buscas mensais no Brasil, segundo pesquisa

De acordo com levantamento da plataforma de idiomas Preply, expressões básicas como “oi”, “bom dia” e “boa noite” são as mais buscadas pelos brasileiros na tradução para o inglês.

Autor: Divulgação

Como dizer “oi em inglês” tem quase 50 mil buscas mensais no Brasil, segundo pesquisa

Educação especial e inclusiva: para onde avançar?

É preciso destacar que o Brasil avançou de forma muito significativa nas últimas décadas no que concerne a políticas de acesso.

Autor: Lucelmo Lacerda e Flávia Marçal

Educação especial e inclusiva: para onde avançar?