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O 6º sentido da liderança (feminina) está em alta

O 6º sentido da liderança (feminina) está em alta

08/03/2016 Renato Fontana

Você já pensou em como a intuição pode complementar os cinco sentidos do corpo humano durante a tomada de decisão?

O 6º sentido da liderança (feminina) está em alta

Mês da mulher, março é a ocasião perfeita para falarmos sobre uma característica muito presente, especialmente, em líderes do sexo feminino: a intuição.

Apesar de estudos nunca terem provado detalhes, é consenso que mulheres têm intuição emotiva mais forte que os homens, tanto que isso foi apelidado popularmente de “o 6º sentido”.

E o fato é que esse atributo se torna, cada vez mais, um diferencial entre os grandes gestores empresariais, mesmo porque os próprios homens passaram a se espelhar nas líderes mulheres para se desenvolver.

Talvez pelo fato de a mulher ter sua fisiologia destinada a ser mãe os hormônios que produz mexam mais com o seu humor e com emoções como a de se sentir feliz pela outra pessoa e de se preocupar com o próximo.

Qual mãe que nunca adivinhou que o filho iria se machucar, previu um resfriado ao indicar uma blusa na saída de casa ou mesmo que se emocionou mais do que os próprios filhos por uma comemoração ou conquista deles

Pense: quem não admira um líder ou chefe que tem essas mesmas emoções por sua equipe, capaz de apoiar, ensinar, evitar erros, estar ao lado e comemorar junto as vitórias?

Pesquisas recentes têm mostrado que os líderes mais admirados possuem características como a capacidade de controlar as próprias emoções e também as emoções de sua equipe, tanto para evitar estresse em momentos negativos quanto para vibrar muito com as conquistas de cada membro do time.

Agora mais uma pergunta: você já pensou em como a intuição pode complementar os cinco sentidos do corpo humano durante a tomada de decisão?

A visão, a audição, o olfato, o paladar e o tato têm capacidade física de levar informações externas ao nosso corpo, direto para o nosso cérebro interpretá-las e transformá-las em emoção.

E, apesar de estar relacionado à percepção – e não ao físico -, o sexto sentido também tem como finalidade identificar emoções ao cérebro, gerando sensações positivas ou negativas (confiança ou desconfiança) para que então possamos tomar decisões mesmo sem ter uma percepção racional.

Alguns anos atrás, muitas organizações, por estarem focadas apenas em resultados, preferiam ter CEOs homens e, em boa parte, engenheiros. Porém, de uns tempos para cá, passaram a almejar executivos com o perfil de prezar pelo relacionamento estável entre equipes.

Essa mudança abriu portas para que jovens líderes mulheres decolassem, entre outros fatores, graças ao fato de fazerem bom uso da intuição para gerirem os seus times. É comum encontrarmos em grandes mulheres líderes e empreendedoras a forte característica da intuição, presente tanto em momentos de decidir algo quanto nas ações baseadas em como as outras pessoas estão se sentindo ou vão se sentir.

Essa característica emotiva hoje é muito credibilizada em gestores e coaches por ser fundamental para estabelecer o controle em momentos complicados, quando o lado emocional está mais aguçado do que o racional.

Com a globalização e a valorização dessas características mais fortes em mulheres, o mercado de trabalho tem diminuído a diferença entre os gêneros nas posições de liderança e aberto novas portas para gestoras e empreendedoras.

Isso tem ocorrido porque as organizações perceberam que as emoções - em forma de inteligência emocional ou cultura emocional - precisam estar em equilíbrio com a razão e passaram a buscar mesclar o perfil de seus líderes entre os mais cartesianos e os mais emotivos, para tornar o ambiente profissional um melhor lugar para se conviver.

Por isso, mulheres, apostem em seus diferenciais para se tornarem grandes líderes, afinal toda empresa precisa de um sexto sentido apurado.

* Renato Fontana é sócio e diretor de Marketing da Enora Leaders, empresa de educação corporativa, especializada em aceleração de resultados.



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