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Alimentação e câncer de próstata

Alimentação e câncer de próstata

06/11/2019 Lucas Penchel

Saiba qual é a relação entre os dois.

Neste mês é realizada a campanha do Novembro Azul, que procura conscientizar a população quanto a importância da prevenção e combate ao câncer de próstata.

Para cada ano do biênio 2018/2019, foram estimados cerca de 68 mil novos casos da doença no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). 

Ainda conforme os dados da pesquisa, este tipo de tumor maligno é a segunda principal causa de morte por câncer entre os homens.

Com uma maior predominância dentre a população masculina com idades entre 45 e 70 anos, o câncer de próstata, geralmente, não apresenta sintomas notáveis em seu estágio inicial.

Por seu caráter, muitas vezes silencioso, se faz mais do que necessário, alertar e lembrar as pessoas sobre a relevância da preservação de bons hábitos de vida e realização dos exames de sangue com o antígeno prostático específico (PSA) e o de toque retal, para prevenir a formação do câncer.

Segundo pesquisas recentes, umas das principais formas de evitar o câncer é ter uma alimentação saudável, ser fisicamente ativo e manter o peso corporal adequado.

Isso fica ainda mais evidente, quando observamos alguns dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), que apontam que aproximadamente 13 em cada 100 casos de câncer no Brasil são atribuídos ao sobrepeso e obesidade.

O aumento da gordura corporal contribui para o mau funcionamento de órgãos, atrapalha o sono e diminui a disposição para a realização de atividades físicas, o que por sua vez, acaba prejudicando toda a qualidade de vida.

Na maioria dos casos, o excesso de peso é causado pela má alimentação e sedentarismo. Por isso, é preciso ressaltar que as pessoas devem evitar a ingestão exagerada de alimentos processados, ultraprocessados e compostos por uma grande quantidade de gorduras saturada e trans, amido e açúcar, pois esse tipo de consumo pode influenciar no aumento do peso e, consequentemente, no desenvolvimento do câncer.

A ingestão de determinados alimentos pode ser decisiva para a prevenção à doença. Presente em alimentos de cor avermelhada, como tomate, cenoura, mamão papaia e melancia, o licopeno é uma substância antioxidante, que ajuda a minimizar os danos causados pelos radicais livres. Já o sulforafano, anula a ação de substâncias cancerígenas e pode ser encontrado em vegetais verdes-escuros, como o brócolis, couve, couve-flor e repolho.

Os fitoestrógenos, por serem semelhantes ao estrógeno, podem auxiliar na regulação de doenças relacionadas ao hormônio masculino, sendo consumidos por meio da soja, linhaça e derivados.

Além da mudança na dieta cotidiana, a realização de exercícios diários também pode ajudar na perda e controle do peso, e ainda cooperar no fortalecimento de nossos mecanismos de defesa.

Algumas ações, como fazer caminhadas de ao menos 30 minutos por dia e subir as escadas ao invés de usar elevadores, já são atividades que tiram o paciente do sedentarismo, e podem se tornar o pontapé inicial para a escolha futura de práticas físicas mais intensas.

Assim como alguns hábitos devem ser incluídos no dia a dia para se ter uma vida mais saudável, outros devem ser abandonados, como o tabagismo e o alcoolismo. 

Ao apresentar os sintomas da doença, o paciente deve buscar pelo acompanhamento profissional. Os principais sintomas da doença são a micção frequente, fluxo urinário fraco ou interrompido, nictúria, sangue na urina ou sêmen, disfunção erétil, fraqueza ou dormência nas pernas ou pés, e dentre outros.

Como estes sintomas também podem ser sinais de outras enfermidades, é indispensável que o homem se submeta a exames que identifiquem as causas destes problemas.

Após o diagnóstico positivo do câncer, somente o médico responsável poderá indicar qual será a linha de tratamento mais adequada para cada caso.

* Lucas Penchel é médico generalista e diretor da Clínica Penchel.

Fonte: Naves Coelho Comunicação



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