Portal O Debate
Grupo WhatsApp

As novas possibilidades profissionais do plástico

As novas possibilidades profissionais do plástico

24/03/2019 Alexandre Farhan

Há um enorme mercado a ser explorado e que precisa mão de obra bem treinada e capacitada.

Ofertas de empregos na área de plásticos são recorrentes na internet, mas ainda há uma carência de profissionais habilitados para atender adequadamente essa demanda.

O número de faculdades de engenharia química, de materiais e de cursos técnicos em química ou plásticos até pode atender o mercado, mas o “chão de fábrica” ainda não conta com trabalhadores qualificados em número suficiente para diversos segmentos e principalmente “nichos de mercado”, ou seja, áreas novas ou inexploradas, que estão à espera de serem examinadas para gerar mais dividendos aos empreendedores.

Sabe-se que o Brasil já é o quarto produtor de resíduos plásticos do mundo e recicla 1,2% apenas do material produzido, segundo o Fundo Mundial para Natureza (WWF).

No País, passam por reciclagem apenas 145 milhões de toneladas, portanto, há um enorme mercado a ser explorado e que precisa mão de obra bem treinada e capacitada, para que não ocorram mais perdas e o aproveitamento seja otimizado ao máximo, visando a rentabilização do negócio.

Para se ter uma ideia, cerca 2,4 milhões de toneladas de plástico são descartadas inadequadamente por aqui. E isso, em muito se deve ao desconhecimento e inabilidade de profissionais do setor, mas talvez aconteça também pela falta de políticas públicas de reciclagem e ainda por decisão equivocada de alguns empresários.

No último ano, só nos aterros sanitários foram descartados mais de 2,4 milhões de toneladas de plásticos, que em boa parte delas poderiam ser reprocessadas. Além disso, mais de 1 milhão de toneladas nem sequer foi recolhida em nosso território nesse último ano.

Na realidade, o Brasil recicla muito pouco e neste quesito ficamos entre os piores e bem abaixo dos 9%, que é a média do planeta. A contradição é que estamos entre os que menos reciclam e um dos que mais produzem.

Hoje, há diversas iniciativas socioambientais para redução do consumo de plásticos no mundo, mas por outro lado há também infindáveis ações para sua reciclagem.

Portanto, essa mindset que pode influir na produção tradicional no futuro poderá ter como opção o reprocessamento industrial do plástico em maior escala, com investimento em tecnologia, insumos e naturalmente mão de obra bem treinada ou qualificada.

Inclusive é preciso pensar também na própria qualificação profissional dos catadores ou coletores de resíduos sólidos para que eles otimizem cada vez mais seu trabalho, e tenham melhor segurança individual e ganhos.

O Brasil vem sofrendo uma estagnação econômica há alguns anos. A última notícia que se tem de aumento de contratações no setor de plásticos em São Paulo foi em 2013. Aparentemente, o aumento dos trabalhadores com carteira assinada na indústria de transformação do plástico se deu por causa da desoneração da folha de pagamentos realizada pelo governo federal da época.

Ou seja, ocorreu uma queda e arrecadação tributária no segmento e dos 20% de contribuição previdenciária sobre a folha de pagamentos, a alíquota passou a ser paga entre 1% e 2% sobre o faturamento anual.

Mas por outro lado, lideranças do setor reclamavam na época que o grande problema na produção era que ficava caro transformar plástico no Brasil. Além disso, ouvia-se a reclamação de que havia perdas com as importações de países da América do Sul e asiáticos.

É nosso pensamento que as instituições de treinamento e formação profissional podem ajudar muito nas novas possibilidades industriais, inclusive tanto na parte técnica, de produção, logística, como na esfera filosófica da operação.

É preciso, portanto, incutir entre empresários, funcionários e análogos uma mentalidade mais afinada com as novas eras que devemos viver mais à frente, buscando novas alternativas de ganhos com sustentabilidade no plástico.

* Alexandre Farhan é diretor da Escola LF de cursos profissionalizantes em plásticos.

Fonte: Vervi Assessoria



Estados Unidos vão financiar projetos de ensino de inglês no Brasil

Programa pretende capacitar estudantes para futuras seleções de intercâmbio e estudos nos EUA.

Estados Unidos vão financiar projetos de ensino de inglês no Brasil

PUC Minas com inscrições abertas para a pós-graduação lato sensu

Continuam abertas as inscrições para os cursos presenciais de pós-graduação da PUC Minas, com início das aulas no 2º semestre de 2019.


Redações para Olimpíada de Língua Portuguesa já podem ser enviadas

Competição recebeu mais de 170 mil inscrições em todo o país.

Redações para Olimpíada de Língua Portuguesa já podem ser enviadas

Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da UFSCar inicia seleção para o mestrado

Inscrições no processo seletivo serão realizadas de 19 de agosto a 1º de setembro.


Falconi abre vagas de estágio e trainee

Interessados devem residir nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Belo Horizonte.


Samarco abre vagas para programa de estágio

São 40 oportunidades para Belo Horizonte e para unidades em Minas e no Espírito Santo.


No Brasil, como trazer a educação do futuro para o presente?

Conhecer o passado para compreender o presente e idealizar o futuro.

No Brasil, como trazer a educação do futuro para o presente?

Estrangeiros em busca de estágio

Quem vem de fora também pode exercer a atividade em nosso país!


Estudantes mineiros estão de malas prontas para competição na Rússia

WorldSkills é o maior torneio de educação profissional do mundo.


Como escolher as atividades extracurriculares para seu filho?

Atividades fora da sala de aula melhoram a concentração e estimulam bons comportamentos.

Como escolher as atividades extracurriculares para seu filho?

Pós-graduação em Agroecologia e Desenvolvimento Rural recebe inscrições para mestrado

As inscrições devem ser realizadas de 1º de agosto a 1º de setembro.


O autoconhecimento na atuação do professor

Como conhecer a si mesmo e aos outros e, a partir disso, gerar conexões poderosas e obter bons resultados?

O autoconhecimento na atuação do professor