Portal O Debate
Grupo WhatsApp


Como apoiar um colaborador com síndrome do pânico?

Como apoiar um colaborador com síndrome do pânico?

21/02/2020 Sonia Pittigliani

Você está vivendo um dia normal. A rotina é a mesma, nada de novo. A mesma tranquilidade de sempre.

Porém, de repente, ocorre um estalo, o coração acelera, o sangue parece formigar e a respiração fica difícil. Chegam as náuseas, a tontura e o corpo parece que vai desfalecer. Então, o hospital surge como destino óbvio.

São realizadas diversas consultas e exames, horas e mais horas de espera e no final, nada! Simplesmente nenhum indício do que ocorreu, os médicos dizem que você não tem nada baseado nos dados que possuem. Entretanto, esse não é um evento isolado.

Novamente, outro dia aparentemente normal e todas as sensações horríveis voltam à tona. Algumas perguntas vêm à mente. “O que está acontecendo comigo” e “Quando vou ter isso de novo?” são algumas delas. Neste ponto, começa a aparecer o medo do medo.

A síndrome ou transtorno do pânico é uma condição associada a crises repentinas de ansiedade aguda, além da presença de sintomas físicos e emocionais.

É uma doença caracterizada pela ocorrência súbita e inesperada de crises de ansiedade, que atingem sua intensidade máxima em até 10 minutos e que podem acontecer durante o período de trabalho.

E qual o papel das empresas nessa situação?

Os pacientes com síndrome do pânico têm as maiores taxas de absenteísmo no trabalho e de queda de produtividade.

Esse cenário aumenta a sinistralidade do uso de convênios ou de serviços públicos, sem contar os custos em procedimentos.

Nesse conjunto exposto, a atuação das empresas tem uma característica de impacto social, que pode ser determinante na saúde de seus funcionários.

Elas podem atuar de forma efetiva disponibilizando acessibilidade aos tratamentos preventivos ou curativos, por meio de processos educativos e elucidativos sobre as doenças, de forma geral.

Essa postura ética-humana resultará, com certeza, em uma relação de custo-efetividade positiva.

Essa atitude pode ser uma inovação desafiadora na vida das pessoas que trabalham em organizações, produzindo um novo paradigma em saúde corporativa com qualidade e gerando resultados socioeconômicos para ambos os lados em benefício mútuo.

As empresas que queiram impactar verdadeiramente na vida de seus colaboradores têm que protagonizar a prevenção e a humanização do ato de cuidar.

Não podemos perder de vista que os adoecimentos são inúmeros e aparecem, numa grande proporção. Com uma gestão direcionada para a promoção da saúde física e emocional, o resultado será produtivo e garantirá uma conquista vitoriosa.

A importância do diagnóstico

Nesse ponto cabe frisar, enfaticamente, a importância de um bom diagnóstico inicial. Profissionais da saúde, precisar estar familiarizados com os sintomas da síndrome do pânico para que se estabeleça um tratamento adequado e para impedir que novas crises se avolumem.

Afinal, caso elas ocorram, podem provocar o afastamento do ambiente laboral e um enorme sofrimento do indivíduo e seus familiares.

Como é o tratamento?

Baseia-se, principalmente, na tranquilização do paciente mediante informações consistentes. Neste contexto, deve-se reforçar o caráter passageiro das crises, evitando o desespero.

Técnicas de relaxamento podem ser utilizadas neste caso e, em crises muito intensas, de tempo prolongado, recomenda-se a introdução de medicamentos específicos.

O tratamento precoce é essencial para reduzir o sofrimento e evitar comorbidades. Por isso, a psicoterapia é fundamental.

Processos psicoeducativos, palestras informativas, reestruturação cognitiva e estimulação ao enfrentamento são novas formas de tratar a síndrome do pânico.

Já refletiu como é importante estar atento ao cuidado com a saúde mental de seus funcionários? Se não pensou, agora é a hora!

* Sonia Pittigliani é psicóloga na Telavita, plataforma de consultas online que tem por objetivo conectar profissionais de saúde a pacientes de todo país.

Fonte: PiaR Comunicação



A importância da vacina da gripe para os diabéticos

O assunto que é destaque há semanas é o coronavírus, porém não podemos deixar de falar da importância da vacina da gripe para os idosos.

A importância da vacina da gripe para os diabéticos

Meditação: como as crianças e adolescentes podem praticar

Incluir a atividade na rotina com a família pode contribuir durante o período de isolamento social.

Meditação: como as crianças e adolescentes podem praticar

Gordura abdominal prejudica coluna e joelhos

Mesmo em casa, é possível fazer quatro exercícios simples e seguir algumas dicas de alimentação para acabar com o excesso de peso ao redor da cintura.

Gordura abdominal prejudica coluna e joelhos

O canabidiol no tratamento da endometriose

O março amarelo é o mês dedicado à conscientização sobre a endometriose.


Quarentena e sanidade mental: é possível?

A pandemia do coronavírus impôs abruptamente a todas as pessoas a realidade da quarentena: privação da liberdade, limites, mudança de hábitos e rotinas, dificuldades financeiras e organizacionais.


Coronavírus e câncer: cuidado redobrado com o paciente oncológico

Pacientes com câncer podem apresentar imunidade mais baixa, ficando mais vulneráveis.

Coronavírus e câncer: cuidado redobrado com o paciente oncológico

Problemas psicológicos x COVID-19

Com a chegada do COVID-19 no Brasil, podemos notar que o comportamento das pessoas mudou.


Coronavírus e isolamento social

O mundo está sendo convulsionado pelo avanço da pandemia da Covid-19, que afeta e transtorna a vida da humanidade, em todos os sentidos e dimensões, de forma que ainda não conseguimos identificar com clareza as consequências.


Saúde emocional durante o isolamento social: o que fazer?

Vivemos tempos difíceis e incertos frente à pandemia de coronavírus, que exige de nós muitas mudanças.


O micro-organismo que afeta o comportamento e a saúde emocional

Seja no jornal, nos noticiários da TV ou nos sites de notícias, o tema é monotemático: coronavírus (Covid-19).


Telemedicina: liberação necessária na luta contra o coronavírus

A Telemedicina será utilizada “em caráter de excepcionalidade e enquanto durar a batalha de combate ao contágio da Covid-19”.


Universidade vai fabricar álcool gel contra Coronavírus

Produtos obedecem rigorosamente todas as normas de boas práticas de fabricação.

Universidade vai fabricar álcool gel contra Coronavírus