Portal O Debate
Grupo WhatsApp

Nomofobia: Você tem medo de ficar longe do celular?

Nomofobia: Você tem medo de ficar longe do celular?

11/10/2021 Alessandra Augusto

Uma pesquisa recente publicada pela Digital Turbine mostra que 20% dos brasileiros não ficam mais de 30 minutos longe do celular.

Nomofobia: Você tem medo de ficar longe do celular?

Esses dados servem como um sinal de alerta para o vício em aparelhos eletrônicos. Nesse contexto, vale citar também que pode virar um caso de nomofobia, uma fobia que tem crescido em todo mundo.

A nomofobia é uma palavra constituída pela abreviação da palavra ‘no mobile’, que significa sem celular, e fobia que é um medo irracional, exagerado. Logo, a nomofobia é o medo exagerado de ficar sem o celular ou aparelho eletrônico.

O nomofóbico desenvolve ansiedade quando percebe que está sem o aparelho nas mãos e isto pode evoluir para uma ansiedade generalizada. Em uma forma mais aguda, pode interferir no sono. Inclusive, há pessoas que acordam no meio da noite para verificar o aparelho, a ponto de desenvolver a “chamada fantasma”, ou seja, mesmo quando o aparelho não está fazendo nenhum som ou vibrando, o indivíduo tem essa percepção por conta da ansiedade e expectativa do aparelho sinalizar uma notificação.

O ideal para evitar que essa necessidade de estar mexendo no celular não vire um hábito é que se tenha um controle de acessos. Excluindo casos em que o trabalho com o celular se faz necessário, crie horários e normas para verificar o aparelho. Em casos de urgência, é voltar ao velho hábito da ligação. A mensagem entrou tanto no nosso dia a dia que as pessoas não querem mais falar ao telefone, somente mandam mensagens. Com isso, cria-se na pessoa a constante expectativa de receber uma mensagem, o que gera essa compulsão de todo o tempo verificar se recebeu algo.

Geralmente, os jovens são os mais atingidos, porque já nasceram em meio a essa tecnologia, então para eles é algo natural. Uma forma de prevenir seria evitar usar o aparelho no tempo ocioso. Ao perceber, busque fazer algo em que possa produzir, por exemplo, faça um curso, use esse tempo para estudar, ler, ou até mesmo fazer atividade física.

É importante estar atento para quando essa vontade vira um hábito e quando estar longe do celular atrapalha suas atividades cotidianas. É necessário também perceber se o aparelho está atrapalhando atividades como trabalho e estudos. Caso a resposta seja sim, é o sinal de alerta para buscar um profissional da área de saúde mental.

É importante fazer o nomofóbico perceber que ele precisa buscar ajuda para a dependência. Há vários sinais. Por exemplo, a pessoa não tem conversas olhando nos olhos com outros, está o tempo todo se afastando e cada vez mais vivendo entorno do celular. A nomofobia tem cura e podemos aprender a lidar com ela, fazendo uma reprogramação nesses hábitos colocando marcos e metas a serem atingidos.

Entender que está dependente do aparelho é fundamental para que o tratamento seja satisfatório. O mais indicado é fazer sessões de psicoterapia com um psicólogo ou terapeuta. Assim a pessoa vai entender seus sentimentos e a forma de se comportar diante da possibilidade de ficar sem o aparelho. Em casos mais extremos e que existe necessidade de medicação, busque um psiquiatra. Cuide-se: Nomofobia tem cura e é possível voltar a ter qualidade de vida e vida social após ela.

* Alessandra Augusto é formada em Psicologia, Palestrante, Pós-Graduada em Terapia Sistêmica e Pós-Graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental e em Neuropsicopedagogia e voluntária no Projeto Justiceiras.

Para mais informações sobre Aparelho Eletrônico clique aqui...

Publique seu texto em nosso site que o Google vai te achar!

Fonte: Agência Drumond - Assessoria de Comunicação



Auxílio psicológico a pacientes com câncer de mama

A mulher não deve se sentir sozinha nessa jornada.

Auxílio psicológico a pacientes com câncer de mama

5 dicas para prevenir a osteoporose

Você sabia que uma em cada três mulheres têm osteoporose em todo o mundo?

5 dicas para prevenir a osteoporose

Ministério da Saúde lança campanha nacional de combate à sífilis

Gestantes representaram mais da metade dos casos contraídos em 2020.


Pandemia afetou em 35% número de consultas oftalmológicas em 2020

Cerca de 3,7 milhões de atendimentos deixaram de ser feitos.

Pandemia afetou em 35% número de consultas oftalmológicas em 2020

Dor crônica na região lombar pode ser sinal de ‘bico de papagaio’

A região lombar costuma ser a mais afetada pela osteofitose

Dor crônica na região lombar pode ser sinal de ‘bico de papagaio’

Livro inédito comemora centenário da descoberta da insulina

A renda obtida com a venda dos livros será doada ao Instituto Correndo Pelo Diabetes para incentivar a prática da atividade física.

Livro inédito comemora centenário da descoberta da insulina

10 curiosidades sobre o crânio e o cérebro que irão te surpreender

Ainda estamos longe de conhecer todo o mistério que envolve a interligação do cérebro com o nosso organismo como um todo, mas já temos importantes achados.


Quase 3 milhões de mulheres deixaram de rastrear o câncer de mama na pandemia

Com medo do contágio pelo coronavírus, as mulheres deixaram de lado a rotina de cuidados.

Quase 3 milhões de mulheres deixaram de rastrear o câncer de mama na pandemia

Bons hábitos de saúde podem evitar doenças cardiovasculares

Em 2021, Brasil registra 299.304 pessoas mortas por doenças cardiovasculares.

Bons hábitos de saúde podem evitar doenças cardiovasculares

Uso de lentes de contato por crianças deve ser cauteloso

Conheça os riscos e benefícios de crianças e adolescentes usar lentes de contato.

Uso de lentes de contato por crianças deve ser cauteloso

Pandemia aumenta uso de ansiolíticos, antidepressivos e estabilizadores de humor

Medicações têm efeitos danosos, inclusive com risco de morte.

Pandemia aumenta uso de ansiolíticos, antidepressivos e estabilizadores de humor

Por que roncamos ao dormir de barriga para cima?

Entenda como as diferentes posições para dormir interferem no funcionamento do organismo.

Por que roncamos ao dormir de barriga para cima?