Portal O Debate
Grupo WhatsApp

Os riscos da automedicação para a saúde

Os riscos da automedicação para a saúde

19/02/2022 Alexandre Máximo

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais da metade de todos os remédios são prescritos, vendidos ou dispensados de maneira inadequada.

Os riscos da automedicação para a saúde

Muitas pessoas se automedicam na expectativa de aliviar sintomas rapidamente e não gastarem tempo indo ao médico, mas os riscos desse ato podem ser extremamente graves. Ingerir medicamentos sem consultar previamente um profissional de saúde especializado pode prejudicar o tratamento da enfermidade e até levar a óbito. Em plena pandemia de Covid-19, apesar desse cuidado se mostrar ainda mais evidente e importante, dados do Conselho Federal de Medicina (CFM) indicam que 77% dos brasileiros fazem o uso de medicamentos sem qualquer orientação médica. 

Infelizmente, o problema não se restringe ao Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais da metade de todos os remédios são prescritos, vendidos ou dispensados de maneira inadequada. Por esse motivo, para que as pessoas se mantenham saudáveis, elas precisam consultar um profissional da área de saúde que prescreve o medicamento da forma apropriada. 

Inclusive, é importante que o paciente seja acompanhado pelo seu médico durante todo o processo de tratamento; as visitas ao mesmo são essenciais tanto antes da ingestão do remédio quanto depois, para que as causas e efeitos sejam perfeitamente avaliadas. Esse processo pode ser desgastante e cansativo e, em determinados momentos, a automedicação pode ser vista como uma alternativa rápida para aliviar a dor. No entanto, é um ato muito perigoso e que pode ter diversas consequências, sendo várias delas muito severas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também salienta que a escolha de uma medicação deve ser feita a partir de critérios técnicos e científicos, pois "os benefícios para o paciente devem superar os riscos associados ao uso do produto". De acordo com dados, de 2006, da Abifarma (Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas), que servem como base para o estudo de especialistas até hoje, anualmente cerca de 20 mil pessoas morrem no país vítimas da automedicação.

Contudo, há vários outros problemas que podem ser provocados pelo uso inadequado de medicamentos, como uma intoxicação devido à quantidade incorreta de doses, ou a alergia a uma substância específica presente no remédio. Há também a possibilidade do remédio mascarar o diagnóstico correto da enfermidade da pessoa e, se combinado com algum outro medicamento, provocar uma superdosagem. Além disso, o paciente pode ser levado a algum tipo de dependência com a automedicação.

Portanto, a comercialização de medicamentos e a acessibilidade é essencial, mas a responsabilidade deve vir em primeiro lugar. É preciso oferecer inteligência e maior assertividade em ações para prevenção e saudabilidade, por isso o tratamento deve ser feito ao lado de um profissional especializado em saúde. 

* Alexandre Máximo é CEO da Medipreço, healthtech especializada no cuidado à saúde e bem-estar de colaboradores de empresas.

Para mais informações sobre Automedicação clique aqui...

Publique seu texto em nosso site que o Google vai te achar!

Fonte: Motim



Saiba quais são as alergias e doenças respiratórias mais comuns no inverno

A incidência de doenças respiratórias aumenta no inverno devido às baixas temperaturas, ambientes úmidos e poluição.

Autor: Divulgação

Saiba quais são as alergias e doenças respiratórias mais comuns no inverno

Por que o frio é um dos vilões para o cabelo?

A queda de cabelo costuma ser o terror de muita gente. E a chegada do frio torna esse pesadelo ainda mais intenso.

Autor: ‌Melina Oliveira

Por que o frio é um dos vilões para o cabelo?

A era da saúde digital chegou: seus conflitos éticos também

A chamada era digital já transformou toda a área da saúde. Saúde Digital

Autor: Thiago Rocha da Cunha 

A era da saúde digital chegou: seus conflitos éticos também

Queimadas, poluição e tempo seco: como fica a saúde respiratória e ocular?

Cerca de 25% apresentam a síndrome do olho seco nesta época do ano.

Autor: Divulgação

Queimadas, poluição e tempo seco: como fica a saúde respiratória e ocular?

Veranico com calor e poluição é risco para quem faz atividades ao ar livre

Professor de Medicina do Esporte dá dicas de como evitar problemas causados por essa combinação.

Autor: Divulgação

Veranico com calor e poluição é risco para quem faz atividades ao ar livre

O que comer para evitar resfriados e fortalecer o sistema imunológico?

Com a chegada do inverno no próximo dia 21, as temperaturas caem, a umidade aumenta e os vírus e bactérias se propagam com mais facilidade.

Autor: Divulgação

O que comer para evitar resfriados e fortalecer o sistema imunológico?

O tempo seco e as alergias

Com uma nova onda de calor chegando aliada ao tempo seco, comum nesta época do ano, as alergias respiratórias ganham força.

Autor: Divulgação

O tempo seco e as alergias

Nutrição e atividade física: saúde do corpo e da mente

A nutrição adequada fornece ao corpo os nutrientes necessários para funcionar corretamente.

Autor: Divulgação

Nutrição e atividade física: saúde do corpo e da mente

Inverno: frio, vento e tempo seco são alerta para doenças respiratórias

Estação começou; cuidados com a hidratação e alimentação podem ajudar na prevenção de gripes e resfriados.

Autor: Divulgação

Inverno: frio, vento e tempo seco são alerta para doenças respiratórias

Cigarro: eletrônico ou “analógico”, é preciso se livrar dele!

Médicos do Hospital Paulista alertam para as diferentes formas de consumo da nicotina, todas prejudiciais à saúde.

Autor: Divulgação

Cigarro: eletrônico ou “analógico”, é preciso se livrar dele!

Quer envelhecer vivendo mais e melhor?

Então cuide agora da sua pressão arterial.

Autor: Felipe Vecchi

Quer envelhecer vivendo mais e melhor?

Glaucoma atinge milhões de pessoas no país e pode causar a perda de visão

Campanha Maio Verde visa estimular a conscientização sobre o diagnóstico precoce da doença, que tem progressão lenta e assintomática.

Autor: Divulgação

Glaucoma atinge milhões de pessoas no país e pode causar a perda de visão