Portal O Debate
Grupo WhatsApp


Saúde emocional durante o isolamento social: o que fazer?

Saúde emocional durante o isolamento social: o que fazer?

26/03/2020 Elaine Ribeiro

Vivemos tempos difíceis e incertos frente à pandemia de coronavírus, que exige de nós muitas mudanças.

Por exemplo, novas jornadas de trabalho, isolamento social, adiar compromissos, aumentar os cuidados com higiene pessoal e limpeza dos ambientes e, especialmente, atitudes e posturas responsáveis para evitar o pânico ou aumentar estados ansiosos.

É um grande desafio para um mundo que nos pede para sermos ativos e produtivos o tempo todo. Porém, a não transmissão desse vírus só será possível se tivermos um comprometimento pessoal em favor do coletivo.

Conscientes de nossas responsabilidades para frear a disseminação do Coronavírus, é importante também estarmos atentos a ansiedade gerada em muitas pessoas, e agravada naqueles que já sofrem com transtornos de natureza ansiosa.

Sendo assim, com objetivo de manter o equilíbrio mental e a nossa saúde, podemos recomendar, especialmente àqueles que podem desenvolver quadros de ansiedade, que evitem confirmar a todo momento notícias de casos de infectados e mortos, pois, ao ficar em estado de alerta, fazem projeções ou criam cenários que podem ser piores do que o real.

Também é extremamente importante acessar fontes confiáveis de informação, priorizando os canais de órgãos oficiais e meios jornalísticos tradicionais.

Use sua disposição para atitudes de prevenção e cuidado. Não quebre a quarentena por razões que não estejam previstas neste tempo; não subestime os fatos, esteja, dentro do possível, agindo com segurança.

Evite grupos de whatsapp ou redes sociais que propagam um grande número de informações, muitas vezes, sem fonte confiável. A sobrecarga de informações é altamente prejudicial!

Procure atividades dentro de casa que possam ocupar seu tempo de maneira útil: leia livros, assista filmes, organize sua casa, veja coisas que estavam pendentes e não eram feitas porque você não encontrava tempo. Compreenda que não conseguimos controlar tudo, porém, algumas coisas estão ao nosso alcance!

Seja realista, mas evite o pessimismo, pois ele aumentará sua angústia. Procure conversar sobre seus sentimentos com pessoas que possam aceitá-los e não influenciá-lo para que fique ainda mais ansioso.

Ouça música! Uma boa trilha sonora poderá ajudar, e muito, seu estado de humor. Desenhar, pintar, propor jogos em família e fazer uma prática relaxante pode ser bastante útil.

Embora o tempo seja de distanciamento no convívio social, use os meios digitais para aproximar-se de amigos e familiares.

Mantenha uma boa rotina de sono e alimentação saudável, pois isso contribui para o aumento da resposta imunológica.

Entenda a mudança como uma necessidade para um bem maior, porque ao relutar em ter pequenos gestos, você pode colocar em risco seu processo emocional ou de seus parentes.

É tempo de nos revermos, de aceitarmos mudanças repentinas, pois precisamos deste comprometimento coletivo.

Ninguém gosta de viver aprisionado, mas este sentimento pode ser amenizado a partir da forma como você avalia as situações.

Não é “prisão”, é colaboração! Também não é necessário negar a situação, mas, sim, reduzir nosso ritmo de vida, rever nossas posturas e, se necessário, buscar ajuda. Muitos psicólogos estão mantendo atendimento online.

O Centro de Valorização da Vida (CVV) está com linhas abertas para o contato telefônico pelo número 188, e muitas iniciativas solidárias têm mostrado que precisamos ter esperança, sempre!

* Elaine Ribeiro é psicóloga clínica e organizacional da Fundação João Paulo II / Canção Nova.

Fonte: Assessoria de Imprensa Canção Nova



O perigo do uso indiscriminado dos antibióticos

Estudos apontam que 700 mil mortes por ano são causadas em todo o mundo por infecções resistentes aos medicamentos.

O perigo do uso indiscriminado dos antibióticos

O repique da Covid-19; que não se repiquem os erros

Chegamos a uma nova encruzilhada na questão da Covid-19 em território brasileiro.

O repique da Covid-19; que não se repiquem os erros

A corrida para a vacina: quando os riscos valem a pena?

Os insumos necessários precisarão ser produzidos em uma escala inédita.

A corrida para a vacina: quando os riscos valem a pena?

Consumo de bebidas alcoólicas cresce entre as mulheres

O corpo leva de 1 a 3 horas para metabolizar uma dose de álcool no organismo.

Consumo de bebidas alcoólicas cresce entre as mulheres

Milhões de mortes por ano podem ser evitadas com atividade física

Combate ao sedentarismo deve ser praticado em todas as idades, diz OMS.

Milhões de mortes por ano podem ser evitadas com atividade física

Redes sociais e games em excesso causam tanta dependência quanto as drogas

A informação torna-se preocupante quando se verifica o quanto a internet está presente no cotidiano. Brasil é o segundo país onde se permanece mais tempo conectado durante o dia.

Redes sociais e games em excesso causam tanta dependência quanto as drogas

Pré-diabetes: como reverter o problema por meio de hábitos saudáveis

O diabetes é uma das principais doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) que acometem os brasileiros.

Pré-diabetes: como reverter o problema por meio de hábitos saudáveis

Gravidez depois dos 35: o que você precisa saber

Especialista explica principais mitos e verdades para mulheres que querem engravidar depois dos 35 anos.

Gravidez depois dos 35: o que você precisa saber

Low carb pode ser adotada por diferentes tipos de pessoas conforme necessidades e objetivos

Estratégia alimentar é recomendada para quem sofre de obesidade, diabetes e síndrome metabólica.

Low carb pode ser adotada por diferentes tipos de pessoas conforme necessidades e objetivos

Prematuros podem apresentar dificuldades no processamento sensorial

Especialista alerta para as morbidades que resultam do nascimento prematuro.

Prematuros podem apresentar dificuldades no processamento sensorial

Asma atinge 20 milhões de brasileiros

Pacientes com asma grave podem ter qualidade de vida com imunobiológicos.

Asma atinge 20 milhões de brasileiros

E se eu não quiser me vacinar? Eis a dúvida do “eu” e do “nós”

É fato que a pandemia colocou uma lupa nas desigualdades sociais e econômicas que já existiam.