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Vasectomia – mitos e verdades

Vasectomia – mitos e verdades

12/01/2024 Dr. Ernesto Alarcon

Embora a vasectomia seja um método de esterilização permanente, existe a possibilidade de reversão em alguns casos.

Vasectomia – mitos e verdades

A reversão consiste em religar os canais deferentes, permitindo que os espermatozoides voltem a circular. No entanto, a reversão não é garantida, pois depende de vários fatores, como o tempo decorrido desde a vasectomia, a técnica utilizada, a idade do homem e a qualidade do sêmen.

A reversão é um procedimento mais complexo, demorado e caro do que a vasectomia, e pode não ser coberto pelo plano de saúde ou pelo SUS. Por isso, a vasectomia deve ser considerada como uma decisão definitiva, e só deve ser feita por homens que têm certeza de que não querem mais ter filhos biológicos - explica o Dr. Ernesto Alarcon, Cirurgião Geral, especialista em Videolaparoscopia.

- Vasectomia aumenta o risco de câncer?

Esse é um mito que surgiu a partir de alguns estudos que sugeriram uma associação entre a vasectomia e o câncer de próstata. No entanto, esses estudos foram contestados por outros que não encontraram nenhuma relação causal entre os dois. Além disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) afirmam que não há evidências científicas que comprovem que a vasectomia aumente o risco de câncer de próstata.

Os homens que fizeram ou pretendem fazer a vasectomia devem seguir as mesmas recomendações de prevenção e rastreamento do câncer de próstata que os demais, como manter uma alimentação saudável, praticar atividade física, evitar o tabagismo e o alcoolismo, e fazer exames periódicos a partir dos 50 anos ou antes, se houver fatores de risco ou sintomas – alerta o Dr. Ernesto Alarcon.

- Vasectomia e o uso de preservativo

Esse é um erro grave que pode colocar em risco a saúde do homem e de sua parceira ou parceiro. A vasectomia só previne a gravidez, mas não protege contra as infecções sexualmente transmissíveis (DSTs), como HIV, sífilis, gonorreia, clamídia, HPV, herpes, hepatites, entre outras.

A vasectomia não é efetiva imediatamente após a cirurgia, pois ainda pode haver espermatozoides residuais no canal deferente. Por isso, é necessário fazer um exame de espermograma após cerca de três meses ou 20 ejaculações, para confirmar a ausência de espermatozoides no sêmen. Até lá, é preciso usar outro método contraceptivo, como a camisinha, para evitar uma gravidez. Portanto, a vasectomia não substitui o uso de preservativo, que é o único método que previne tanto a gravidez quanto as DSTs. É importante buscar informações confiáveis e conversar com seu médico. A vasectomia é uma escolha pessoal e responsável, que deve ser tomada com consciência e segurança – conclui o Dr. Ernesto Alarcon.

* Dr. Ernesto Alarcon, Cirurgião Geral, especialista em Videolaparoscopia.

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Fonte: ADIM - Assessoria de Imprensa Médica



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